jueves, 27 de agosto de 2009

Inscrições abertas para o CELU

El próximo lunes 7 de septiembre se inicia la inscripción para la fecha de noviembre del examen CELU (Certificado de Español, Lengua y Uso).

La inscripción cierra el 16 de octubre y el examen será el 6 de noviembre.

El formulario de inscripción estará disponible en la página web a partir del 7 de septiembre. Los candidatos pueden completarlo on line o bien descargarlo y enviarlo a la sede elegida para rendir el examen.

Más informaciones, visiten la página web: www.celu.edu.ar

Allí encontrarán un cuadernillo de actividades actualizado con muestras del examen y audios de práctica: http://www.celu.edu.ar/index.php?option=com_content&view=article&id=57&Itemid=73



martes, 25 de agosto de 2009

II Encontro da Hispanidade do CEFET/RJ

II Encontro da Hispanidade do CEFET/RJ - UnED Nova Friburgo. América Latina em foco: língua, literatura, artes e educação

A segunda edição do Encontro da Hispanidade do CEFET/RJ - UnED Nova Friburgo espera ser um espaço de discussão e construção de questões e problemáticas em torno da língua, das manifestações culturais e dos aspectos de ensino/aprendizagem do universo dos países que constituem nossa América Latina. O encontro também pretende abarcar o diálogo de tais aspectos com a cultura de outros continentes. O olhar para América Latina tem despertado cada vez mais o interesse de inúmeros pesquisadores engajados em discutir seus antagonismos. As atividades serão desenvolvidas por meio de palestras, mesas redondas, comunicações, pôster, oficinas e apresentações culturais.

Público alvo:
Alunos de graduação e pós-graduação de Pedagogia, Normal Superior, Letras, Turismo, Secretariado, Artes, História, Geografia, Sociologia, Filosofia e áreas afins; professores da rede pública e privada; pesquisadores e pessoas interessadas nas discussões do eixo temático do encontro.

Eixos temáticos:
- Educação na América Latina
- Formação de professores
- As novas tecnologias da informação e comunicação aplicadas à Educação
- Ensino/aprendizagem de línguas
- Ensino/aprendizagem de artes
- Artes Visuais na América Latina
- Literaturas dos países da América Latina
- Estudos interdisciplinares: História, Filosofia, Sociologia, Artes e outros.

Procedimentos para Inscrições:
As inscrições serão feitas em duas modalidades: ouvintes e com apresentação de trabalho (pôster ou comunicação). A ficha de inscrição está disponível no site. Para inscrições com apresentação de trabalho, é necessário o envio de um resumo de até 250 palavras, indicando o título, o nome do autor ou dos autores, a instituição e três palavras-chave. O envio deve ser realizado através do formulário apropriado (disponível no site do CEFET/RJ) e enviado para o e-mail: cefethispanidade@gmail.com

As comunicações serão agrupadas em mesas por aproximação temática. A duração prevista para cada sessão é de 1h30, sendo 20 minutos para cada comunicação. Cada proponente poderá submeter até dois trabalhos como autor ou co-autor. O resumo e artigo deverão passar pela revisão lingüística do próprio proponente. O texto definitivo da comunicação deverá ser entregue impresso e em CD no ato da apresentação ao coordenador da sessão. Os trabalhos passarão por uma comissão científica e os selecionados serão publicados em CD.

Os resumos e o texto definitivo podem estar redigidos em português ou espanhol.

Nossas datas:
Inscrições com apresentação de trabalho: até 10/10/09
Inscrições sem apresentação de trabalho: até 31/10/09
Divulgação dos trabalhos aprovados: até 15/10/09

Não há taxa de inscrição no evento. Todos os participantes receberão certificados.

Normas para publicação:

  1. Sobre a formatação dos trabalhos, é importante observar que:
    Cada artigo deverá incluir: a) título; b) nome do autor ou autores; c) sua qualificação/titulação e instituição à qual está vinculado;
  2. O artigo deve ter no mínimo 6 e no máximo 12 páginas, incluindo as referências bibliográficas completas e os anexos, digitados em fonte Times New Roman 12, margem 2,5 cm e espaço 1,5 cm.
  3. As referências bibliográficas de citações deverão ser incluídas no fluxo do texto, conforme o seguinte padrão: (AUTOR, ano, p.). As que ultrapassarem três linhas serão na mesma fonte, tamanho 10, espaço simples, com adentramento de 2cm;
  4. As referências bibliográficas completas (apenas aquelas efetivamente utilizadas no texto) deverão vir listadas ao final do artigo, seguindo as normas da ABNT;

Comissão Organizadora do evento:
Prof. Antonio Ferreira da Silva Júnior
Profa. Camila Dazzi
Profa. Fernanda Rosa dos Santos
Prof. Leandro da Silva Gomes Cristóvão
Profa. Silvana Bezerra

Contato:
CEFET/RJ - UnED Nova Friburgo
Av. Governador Roberto Silveira, no 1900 - Prado - Nova Friburgo/RJ
Fone/Fax: (22) 2527-1727

Apoio:
DIREN - Diretoria de Ensino
DIREX - Diretoria de Extensão
DEAC - Departamento de Extensão e Assuntos Comunitários
DIGES - Diretoria de Gestão Estratégica
APEERJ - Associação de Professores de Espanhol do Estado do Rio de Janeiro

PROGRAMAÇÃO

FICHA DE INSCRIÇÃO

INFORMAÇÕES ÚTEIS


http://noticias.cefet-rj.br/2009/08/25/ii-encontro-da-hispanidade-do-cefetrj-uned-nova-friburgo-america-latina-em-foco-lingua-literatura-artes-e-educacao/
---
Antonio Ferreira da Silva Júnior
Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca - CEFET/RJ
Gerente Acadêmico da UnED Nova Friburgo
Professor de Língua Espanhola

viernes, 21 de agosto de 2009

Marcelo de la Puebla – Espanha


Marcelo de la Puebla – Espanha

Série dedicada a apresentações de artistas internacionais, traça um panorama dos instrumentos organologicamente associados ao violão, desde a vihuela e a guitarra barroca, passando pelas guitarras românticas, pelo estilo flamenco e pelo violão moderno, em suas diversas vertentes.
Marcelo de la Puebla herdou o interesse pela música de seu pai chileno, um guitarrista popular, e de sua mãe Dinamarquesa, uma pianista clássica, recebendo então o legado de duas diferentes culturas que contribuíram fortemente em sua formação musical. Interessou-se, paralelamente aos seus estudos no Conservatório da Universidade do Chile, pela etnomusicologia. Marcelo fixou-se na França, onde tornou-se aluno do Maestro Alberto Ponce, o mais relevante aluno de Emilio Pujol, por sua vez aluno de Francisco Tárrega.

acontece em.: 25/08/2009

local.: Capela Santa Maria

endereço.: Rua Conselheiro Laurindo, 273 - Curitiba-PR

telefone.: 3321-2844

sala.: Capela Santa Maria

data.: 25/08/2009

horário.: 20:00 - 20:00 ;

preço.: Normal - R$ 10,00; 1 k de alimento + - R$ 5,00

Mais informações: http://www.fccdigital.com.br/Areas/default.asp?idTpcult=4

martes, 18 de agosto de 2009

Noticias sobre acordo MEC/IC no Portal dia-a dia Educação

Acompanhem também as noticias sobre o acordo entre MEC/IC no Portal dia-a-dia Educação, destinado a Língua Espanhola da Secretária da Educação do Paraná.
http://espanhol.seed.pr.gov.br/modules/noticias/article.php?storyid=270

Confiram a carta de adesão da Asociación Argentina de Profesores de Portugués sobre o acordo entre MEC/IC!

Prorrogação das inscrições para o IX Seminário Internacional em Letras

PRORROGADO O PRAZO DE INSCRIÇÃO DE TRABALHOS para o IX Seminário Internacional em Letras

Centro Universitário Franciscano de Santa Maria (UNIFRA/RS)
Área de Ciências Humanas
CURSO DE LETRAS
Local: Centro Universitário Franciscano de Santa Maria (UNIFRA/RS)
Conjunto III – Rua Silva Jardim, 1175
Período de Inscrições: 15/05/2009 a 08/09/2009*
*Envio de trabalhos até 24/08/2009

Com o propósito de oportunizar reflexões relativas ao mundo da linguagem e suas relações dialógicas com a Literatura e outras áreas do conhecimento, o Curso de Letras do Centro Universitário Franciscano promove o IX Seminário Internacional em Letras. Desse modo, visa a propiciar à comunidade acadêmica, aos profissionais e aos estudantes de Letras e áreas afins a discussão, de forma abrangente e crítica, sobre questões concernentes aos estudos lingüísticos e literários, tanto em termos teóricos quanto aos relacionados às práticas de ensino.

Tema: Relações dialógicas em Língua e Literatura

Três áreas de abordagem:

  • Estudos Linguísticos
  • Estudos Literários
  • Formação e prática docente
MODALIDADES DE PARTICIPAÇÃO COM PUBLICAÇÃO: comunicações individuais: exposição oral de trabalhos (15 minutos) e debate (5 minutos). Poderão ser enviados resumos e/ou textos em versão integral, de acordo com as normas informadas abaixo; comunicações coordenadas: exposição oral de trabalhos (15 minutos) e debate (ao final da seção). Até cinco apresentadores de diferentes instituições de ensino (não poderá haver mesa coordenada com todos os apresentadores pertencentes a mesma IES). Poderão ser enviados resumos e/ou textos em versão integral, de acordo com as normas informadas abaixo; relatos de experiências: exposição oral de trabalhos (10 minutos) e debate (5 minutos). Destinado a professores e alunos de graduação que queiram compartilhar fatos e/ou atividades resultantes de sua experiência profissional. Espaço também destinado para apresentação da experiência com Estágio Curricular Supervisionado. Poderão ser enviados resumos e/ou textos em versão integral, de acordo com as normas informadas abaixo.

Obs.: os trabalhos serão recebidos somente após o pagamento do boleto bancário. O número de trabalhos é limitado a apenas um por autor. O prazo para envio de trabalhos não será prorrogado.

Valores das taxas de inscrição (R$)**:

Categorias

Seminário - Até 17/08

Seminário – a partir de 18/08

Valor do curso 1***

Valor do Curso 2***

Alunos UNIFRA

45,00

55,00

45,00

25,00

Demais alunos

55,00

60,00

50,00

30,00

Professores

60,00

65,00

55,00

35,00

**As inscrições só serão efetivadas mediante pagamento do boleto bancário. Se, depois de realizada a inscrição, o participante não efetuar o pagamento (que tem o vencimento programado para um dia após a data de inscrição já efetuada), deverá cancelar a inscrição e efetuá-la novamente. Não haverá devolução da taxa de inscrição já recolhida, bem como não será feita reserva de vagas nem transferência de inscrição de uma pessoa para outra.

*** Poderão ser realizadas inscrições apenas para os cursos.

As inscrições no seminário darão direito a: recebimento de material (pastas, com bloco de anotações, caneta e programação completa); certificados de apresentação de trabalhos e participação nas conferências, mesas-redondas, sessões de comunicação, workshop. As inscrições nos cursos darão direito a atestados de participação com carga-horária correspondente e materiais disponibilizados pelos ministrantes.

Observações:

  • as inscrições no workshop de inglês não terão custo para todos os participantes devidamente inscritos no seminário. Será possível fazer inscrição apenas no workshop, mediante pagamento de taxa de R$ 20,00, com atestado de 6h;
  • o número de trabalhos é limitado a apenas um por autor;
  • o prazo para envio de trabalhos não será prorrogado;
  • autores não receberão certificado, apenas os apresentadores; todos os autores receberão o CD dos Anais, mediante inscrição no seminário.

INSCRIÇÕES somente pelo site www.unifra.br/eventos/interletras2009

INFORMAÇÕES pelo e-mail interletras@unifra.br, pelo telefone 55 32201219 (Eventos) e no site

lunes, 17 de agosto de 2009

Professores criticam acordo entre MEC e Instituto Cervantes Idioma passa a ser obrigatório no ensino médio e fundamental a partir do ano que vem

Acompanhem a materia publicado em Gazeta do Povo sobre o acordo entre o MEC e IC

Professores criticam acordo entre MEC e Instituto Cervantes Idioma passa a ser obrigatório no ensino médio e fundamental a partir do ano que vem

16/08/2009 | 20:07 | Agência Estado

Professores de universidades públicas do País fizeram um manifesto conjunto em que criticam um acordo assinado entre o Ministério da Educação (MEC) e o Instituto Cervantes para o ensino de espanhol na rede pública, idioma obrigatório no ensino médio e facultativo no fundamental a partir do ano que vem. O argumento deles é de que o Cervantes não é uma instituição de ensino regular no Brasil e o curso a ser implantado teria currículo precário, preparado sem levar em conta as pesquisas desenvolvidas pelas maiores instituições de ensino.

O acordo, assinado no início do mês, prevê a aplicação piloto dos programas Hola Amigos e AVE, disponibilizados pelo instituto. Serão capacitados 30 professores, de todos os Estados, para trabalhar como tutores a distância na formação de 600 alunos - 400 do ensino fundamental e 200 do médio. O objetivo é fazer um teste de metodologia e tecnologia de ensino para, caso sejam bem sucedidas, poder ampliá-las.

"Não entendemos por que usar metodologia baseada nos princípios de ensino de idiomas da União Europeia, que não tem nada a ver com a realidade do Brasil. Temos muitas pesquisas sobre ensino de espanhol em nossas universidades", afirma Adrián Pablo Fanjul, professor de espanhol da Universidade de São Paulo (USP) e vice-presidente da Associação de Professores de Espanhol do Estado de São Paulo. "O que está acontecendo é que se pensou uma lei sem analisar as formas de implementação dela. Agora, ninguém sabe o que fazer", diz Fernanda Castelano Rodrigues, professora de espanhol da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar).

Procurado pela reportagem, o Instituto Cervantes não se pronunciou. Na avaliação do ministério, a polêmica é fruto de uma confusão das entidades. "Creio que houve um mal-entendido. Reconhecemos que as universidades brasileiras são as responsáveis pela formação dos professores. Mas o acordo não trata disso", explica Carlos Eduardo Bielschowsky, secretário de educação a distância do MEC. "O Cervantes está oferecendo material e vamos aplicá-lo para testar a metodologia."

Segundo Bielschowsky, a metodologia será disponibilizada para uso das redes como ferramenta adicional para o ensino da língua, assim como já são disponibilizados alguns recursos educacionais de multimídia. Além disso, o MEC também deverá utilizar ferramentas de outras instituições.

Em 2006, polêmica semelhante ocorreu em São Paulo. À época, a Secretaria de Estado da Educação assinou convênio com o Cervantes. A então secretária da Educação Maria Lúcia Vasconcelos disse que o objetivo era ensinar espanhol aos professores, e não habilitá-los para dar aulas. Houve críticas das universidades estaduais (USP, Unesp e Unicamp) e o projeto chegou a ser suspenso. Em 2008, foi reformulado e retomado em parceria com a Universidade de Brasília.

Disponível em: <http://portal.rpc.com.br/gazetadopovo/ensino/conteudo.phtml?tl=1&id=915386&tit=Professores-criticam-acordo-entre-MEC-e-Instituto-Cervantes>. Acesso em: 17 ago. 2009.


Acordo para ensino de espanhol é criticado

Vejam a materia publicado em O Estado de S Paulo sobre o acordo entre o MEC e IC

Parceria do MEC com instituto é alvo de manifesto de professores

Simone Iwasso escreve para "O Estado de SP":

Professores de universidades públicas do País fizeram um manifesto conjunto em que criticam um acordo assinado entre o Ministério da Educação (MEC) e o Instituto Cervantes para o ensino de espanhol na rede pública, idioma obrigatório no ensino médio e facultativo no fundamental a partir do ano que vem. O argumento deles é de que o Cervantes não é uma instituição de ensino regular no Brasil e o curso a ser implantado teria currículo precário, preparado sem levar em conta as pesquisas desenvolvidas pelas maiores instituições de ensino.

O acordo, assinado no início do mês, prevê a aplicação piloto dos programas Hola Amigos e AVE, disponibilizados pelo instituto. Serão capacitados 30 professores, de todos os Estados, para trabalhar como tutores a distância na formação de 600 alunos - 400 do ensino fundamental e 200 do médio. O objetivo é fazer um teste de metodologia e tecnologia de ensino para, caso sejam bem sucedidas, poder ampliá-las.

"Não entendemos por que usar metodologia baseada nos princípios de ensino de idiomas da União Europeia, que não tem nada a ver com a realidade do Brasil. Temos muitas pesquisas sobre ensino de espanhol em nossas universidades", afirma Adrián Pablo Fanjul, professor de espanhol da Universidade de São Paulo (USP) e vice-presidente da Associação de Professores de Espanhol do Estado de São Paulo.

"O que está acontecendo é que se pensou uma lei sem analisar as formas de implementação dela. Agora, ninguém sabe o que fazer", diz Fernanda Castelano Rodrigues, professora de espanhol da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar).

Procurado pela reportagem, o Instituto Cervantes, não se pronunciou.Na avaliação do ministério, a polêmica é fruto de uma confusão das entidades. "Creio que houve um mal-entendido. Reconhecemos que as universidades brasileiras são as responsáveis pela formação dos professores. Mas o acordo não trata disso", explica Carlos Eduardo Bielschowsky, secretário de educação a distância do MEC. "O Cervantes está oferecendo material e vamos aplicá-lo para testar a metodologia."

Segundo Bielschowsky, a metodologia será disponibilizada para uso das redes como ferramenta adicional para o ensino da língua, assim como já são disponibilizados alguns recursos educacionais de multimídia. Além disso, o MEC também deverá utilizar ferramentas de outras instituições.

Em 2006, polêmica semelhante ocorreu em São Paulo. À época, a Secretaria de Estado da Educação assinou convênio com o Cervantes. A então secretária da Educação Maria Lúcia Vasconcelos disse que o objetivo era ensinar espanhol aos professores, e não habilitá-los para dar aulas. Houve críticas das universidades estaduais (USP, Unesp e Unicamp) e o projeto chegou a ser suspenso. Em 2008, foi reformulado e retomado em parceria com a Universidade de Brasília.

Oferta da disciplina será obrigatória em 2010, mas há falta de professores

A seis meses de sua implementação total, a Lei Federal nº 11.161, sancionada em 2005 pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, encontra poucas possibilidades de ser colocada em prática em todas as redes de ensino do País.

Ela obriga que as escolas ofereçam aulas de espanhol, com matrícula facultativa, para os alunos do ensino médio. Para os estudantes de 5ª a 8ª séries do fundamental, é facultativa a oferta das aulas.

Nas redes públicas, o ensino deverá ser no horário regular de aula. O processo de implantação foi gradativo desde 2005, mas deve estar disponível em todas as redes a partir de 2010.

Segundo dados do próprio Ministério da Educação, apenas 15% dos alunos do ensino médio têm aulas do idioma atualmente. Entre estudantes das escolas particulares, o índice fica em 51%. Nas escolas públicas, são 11%.

Déficit

Não há professores de espanhol formados em número suficiente para atender a demanda e os Estados ainda não criaram políticas de formação nem abriram concursos públicos.

Além disso, muitas redes ainda têm dúvidas sobre a oferta do idioma. O Ministério da Educação elaborou um documento que esclarece o tema. A Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB) prevê o ensino de um idioma estrangeiro no ensino básico. Em praticamente todas as escolas, acabou sendo o inglês esse idioma.

Com a Lei 11.161, o espanhol se tornou uma segunda língua estrangeira obrigatória. Na prática, escolas que já oferecem inglês, devem oferecer espanhol de maneira facultativa.

O Estado de SP, 17 ago. 2009. Disponível em: <http://www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.jsp?id=65419>. Acesso em 17 ago. 2009.


domingo, 16 de agosto de 2009

Professores criticam acordo entre MEC e Instituto Cervantes Idioma passa a ser obrigatório no ensino médio e fundamental a partir do ano que vem

Acompanhem a materia publicado em Gazeta do Povo sobre o acordo entre o MEC e IC


Professores criticam acordo entre MEC e Instituto Cervantes Idioma passa a ser obrigatório no ensino médio e fundamental a partir do ano que vem
16/08/2009 | 20:07 | Agência Estado
Professores de universidades públicas do País fizeram um manifesto conjunto em que criticam um acordo assinado entre o Ministério da Educação (MEC) e o Instituto Cervantes para o ensino de espanhol na rede pública, idioma obrigatório no ensino médio e facultativo no fundamental a partir do ano que vem. O argumento deles é de que o Cervantes não é uma instituição de ensino regular no Brasil e o curso a ser implantado teria currículo precário, preparado sem levar em conta as pesquisas desenvolvidas pelas maiores instituições de ensino.
O acordo, assinado no início do mês, prevê a aplicação piloto dos programas Hola Amigos e AVE, disponibilizados pelo instituto. Serão capacitados 30 professores, de todos os Estados, para trabalhar como tutores a distância na formação de 600 alunos - 400 do ensino fundamental e 200 do médio. O objetivo é fazer um teste de metodologia e tecnologia de ensino para, caso sejam bem sucedidas, poder ampliá-las.
"Não entendemos por que usar metodologia baseada nos princípios de ensino de idiomas da União Europeia, que não tem nada a ver com a realidade do Brasil. Temos muitas pesquisas sobre ensino de espanhol em nossas universidades", afirma Adrián Pablo Fanjul, professor de espanhol da Universidade de São Paulo (USP) e vice-presidente da Associação de Professores de Espanhol do Estado de São Paulo. "O que está acontecendo é que se pensou uma lei sem analisar as formas de implementação dela. Agora, ninguém sabe o que fazer", diz Fernanda Castelano Rodrigues, professora de espanhol da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar).
Procurado pela reportagem, o Instituto Cervantes não se pronunciou. Na avaliação do ministério, a polêmica é fruto de uma confusão das entidades. "Creio que houve um mal-entendido. Reconhecemos que as universidades brasileiras são as responsáveis pela formação dos professores. Mas o acordo não trata disso", explica Carlos Eduardo Bielschowsky, secretário de educação a distância do MEC. "O Cervantes está oferecendo material e vamos aplicá-lo para testar a metodologia."
Segundo Bielschowsky, a metodologia será disponibilizada para uso das redes como ferramenta adicional para o ensino da língua, assim como já são disponibilizados alguns recursos educacionais de multimídia. Além disso, o MEC também deverá utilizar ferramentas de outras instituições.
Em 2006, polêmica semelhante ocorreu em São Paulo. À época, a Secretaria de Estado da Educação assinou convênio com o Cervantes. A então secretária da Educação Maria Lúcia Vasconcelos disse que o objetivo era ensinar espanhol aos professores, e não habilitá-los para dar aulas. Houve críticas das universidades estaduais (USP, Unesp e Unicamp) e o projeto chegou a ser suspenso. Em 2008, foi reformulado e retomado em parceria com a Universidade de Brasília.


viernes, 14 de agosto de 2009

Abaixo-assinado a respeito do acordo MEC / Instituto Cervantes e da implantação do espanhol no ensino regular do Brasil

A APEERJ e a APEESP criaram um abaixo-assinado a respeito do acordo MEC / Instituto Cervantes e da implantação do espanhol no ensino regular do Brasil.

Convidamos todas as associações, professores e estudantes de espanhol e demais interessados pela educação brasileira e pelo ensino de espanhol a assinarem.

Para assinar (pessoa física), mande um e-mail para eledobrasil@gmail.com , informando nome e sobrenome, instituição, cargo e RG.

Para assinar (pessoa jurídica), mande um e-mail para eledobrasil@gmail.com , informando sigla e nome completo da associação ou instituição, CNPJ, nome completo do responsável, telefone e e-mail para contato.


"São Paulo e Rio de Janeiro, 13 de agosto de 2009

Tendo em vista a assinatura de uma Carta de Intenções e de um Acordo de Colaboração entre o Ministério de Educação e o Instituto Cervantes acerca do ensino de língua espanhola no Brasil, nós, abaixo-assinados, professores, estudantes e demais interessados pela educação brasileira e pelo ensino de espanhol, manifestamos nossas inquietudes, contextualizadas precisamente no andamento desse processo.

É inquestionável que, a partir da aprovação da Lei Federal n. 11.161/2005, que estabelece a oferta obrigatória da língua espanhola no ensino médio, diferentes ações do Governo Federal e do MEC em especial têm se encaminhado na direção de sua implantação com qualidade. Há uma visível abertura de vagas e habilitações em espanhol em muitas universidades federais, direcionada a garantir os recursos humanos necessários. O Ministério promoveu, em 2005, a elaboração de Orientações Curriculares para o Ensino Médio específicas e o PNLEM para docentes de língua espanhola, tem atendido consultas dos estados, como a da Secretaria da Educação do Estado de Sergipe que motivou o Parecer CNE/CEB nº 18/2007, que esclarece ambiguidades da Lei 11.161, e atualmente prepara o PNLD para 2010.

Não obstante esse empenho do MEC, faltando apenas meio ano para o prazo que a mencionada lei estabeleceu para o oferecimento da Língua Espanhola, observamos que em praticamente nenhum estado foram dados, pelos governos estaduais, os passos necessários para realizar essa implementação nas escolas. Em poucos estados são abertos concursos públicos para docentes da disciplina e, quando o são, oferecem número insuficiente de vagas ou os aprovados não são convocados. Além disso, poucos Conselhos Estaduais de Educação discutiram, para posterior regulamentação, a Lei Federal n. 11.161/2005, como estabelece o artigo 5º dessa Lei. Tampouco vemos, na maioria dos estados, propostas curriculares aprovadas para a disciplina Espanhol. Nesse contexto, a utilização da Plataforma Virtual oferecida pelo Instituto Cervantes que, segundo declaração do Chefe da Assessoria Internacional do MEC, seria optativa, corre o risco de transformar-se na única possibilidade disponível. Preocupa-nos que a disciplina Língua Espanhola, em vez de integrar-se como uma a mais no currículo, transforme-se em um pacote informático elaborado fora do sistema educativo.

Com efeito, na medida em que o material didático virtual provém de uma instituição alheia a esse sistema, não tem como integrar-se às outras disciplinas na formação integral que os Parâmetros e Orientações Curriculares do próprio MEC sugerem como base, nem como ser objeto de planejamento, implementação e avaliação por parte do docente e da escola.

A inadequação é ainda maior quando consideramos o tipo de instituição que elabora o material. O Instituto Cervantes não é um centro de ensino superior, nem de qualquer outro nível do ensino regular. Fundado recentemente,em 1991, é um órgão de difusão cultural do governo espanhol, que ministra cursos livres de aprendizagem de idiomas e cursos de capacitação para professores dentro dessa modalidade e, portanto, totalmente alheia à realidade do ensino regular, não só do Brasil como também de seu país de origem. Surpreende o recurso a uma instituição desse tipo, dado que o Brasil conta com um amplíssimo acúmulo de ensino e pesquisa sobre o espanhol como língua estrangeira como atividade dos profissionais de suas universidades federais e estaduais, visível em centenas de teses e dissertações, bem como em revistas, congressos, livros e material didático específico para todos os níveis e em todos os formatos e modalidades, incluindo o ensino a distância.

É no sistema escolar e universitário brasileiro que se encontra o saber, inclusive metodológico, sobre o ensino de espanhol a brasileiros em seus diferentes contextos de ensino/aprendizagem. A esse respeito, a Assessoria Internacional se coloca à disposição para receber contribuições das universidades para a tarefa de implantação do espanhol. Vários dos abaixo-assinados são professores das universidades públicas. Portanto, colaboram de maneira sistemática e constante com o MEC e com as secretarias de educação dos estados em tudo aquilo para o que são convocados: comissões de avaliação de materiais didáticos, de desenho de orientações e parâmetros curriculares, bancas de concursos públicos, entre outras tarefas. Por exemplo, no estado de São Paulo, docentes das universidades públicas elaboraram, em 2007, com apoio das reitorias, uma proposta de formação emergencial de professores que foi entregue à Secretaria de Estado da Educação. Reiteramos essa disposição, que vem a ser mais um motivo para que nos surpreenda a convocação de uma instituição estrangeira não universitária que, precisamente por seu caráter, não poderá ser objeto de avaliação pelo sistema educativo nacional.

Por último, mas não menos importante, os conteúdos do modelo proposto pelo IC também mostram um claro descompasso com as necessidades da escola brasileira e com os Parâmetros e Orientações do próprio MEC. Não se trata apenas de uma metodologia, já que será implementado o curso “Hola, amigos”, integrante do AVE (Aula Virtual de Español). Esse curso, elaborado na Espanha, não tem como atender as necessidades mencionadas. Como é de público conhecimento, o material se enquadra nos parâmetros do Quadro Europeu Comum de Referência para as Línguas. Não apenas o Brasil não é parte da União Européia, nem a realidade dos alunos de nossas escolas se adéqua a esse contexto, como existem inúmeras ações educativas desenvolvidas no contexto do Mercosul, nas quais o próprio MEC tem liderança. Referimo-nos aos acordos do Mercosul Educacional, incluindo os de reconhecimento de diplomas para continuidade de estudos e as reuniões de universidades dos países do bloco, como a acontecida em 2007 em Brasília, promovida por este Ministério, que chegou a importantes acordos sobre a promoção do bilinguismo na região. Também levamos em conta o reconhecimento mútuo dos exames de proficiência CELP-Bras e CELU, e a recente criação da UNILA (Universidade Federal da Integração Latino-Americana), bem como projetos como os de Escolas Bilingues de Fronteira. Esse processo de integração com os países vizinhos levou a que neles comece a ser implantado o português como língua escolar de oferta obrigatória, fato sem precedentes em outros países do mundo e que não faz parte da agenda educativa da União Européia.

Porque reivindicamos essa trajetória do MEC, o atual acordo com o Instituto Cervantes nos aparece como um gesto contraditório. E levando em conta o contexto de inação no planejamento dos estados para a implantação do espanhol na escola, surge nossa preocupação quanto ao que possa derivar desse acordo. Ele pode estimular, nos estados, soluções “fáceis” para o não planejamento de grades e de recursos humanos, que não contemplem a qualidade de ensino ou signifiquem que o sistema educativo se desresponsabilize a respeito dessa disciplina.

Por todo o expressado, e no intuito de colaborarmos com o Ministério da Educação e com as Secretarias Estaduais e Municipais de Educação para garantir uma implantação da disciplina “Língua espanhola” que atenda os objetivos pautados pelos Parâmetros e Orientações Curriculares Nacionais, com espaço na grade escolar e com professores habilitados para seu ensino, solicitamos:

1- a divulgação dos textos da Carta de Intenções e do Acordo de Colaboração entre o MEC e o Instituto Cervantes;

2- uma reunião do Ministério com uma comissão integrada por representantes dos cursos de espanhol das universidades públicas e das associações de professores.

APEESP - Associação de Professores de Espanhol do Estado de São Paulo

APEERJ - Associação de Professores de Espanhol do Estado do Rio de Janeiro"

XIII CONGRESSO BRASILEIRO DE PROFESSORES DE ESPANHOL

Será no período de 06 a 09 de outubro deste ano, em João Pessoa, o XIII Congresso Brasileiro de Professores de Espanhol, que vai debater o tema “Integração de Culturas como foco de reflexão para a comunidade de língua espanhola” e contará com a participação de representantes de segmentos nacionais e estrangeiros para apresentação e discussão de trabalhos e experiências que buscam uma maior integração conjuntural no cenário sul-americano das línguas portuguesa e espanhola e suas respectivas culturas. A abertura oficial do evento será às 20 horas do dia 06 de outubro, no auditório da Estação Ciência do Cabo Branco.

O evento contará com as presenças do professor doutor Oscar Cerrolaza Gili, da Universidade Autônoma de Madrid, quem ministrará o mini-curso “Del manual al aula: como impartir um curso com pasaporte” e do professor doutor Vicente Masip Viciano, da Universidade Federal de Pernambuco, quem dará ensinamentos sobre os temas “fonologia, fonética y ortografia portuguesa y espanhola, divergências, estratégias didácticas para hablantes de português que aprenden español y para hablantes de español que aprenden portugués”.

Maiores informações poderão ser obtidas através do site http://www.congressoespanhol.com.br.

Boletín n.01 2009 de la APEEPR


jueves, 13 de agosto de 2009

abaixo-assinado a respeito do acordo MEC / Instituto Cervantes e da implantação do espanhol no ensino regular do Brasil

A APEERJ e a APEESP criaram um abaixo-assinado a respeito do acordo MEC / Instituto Cervantes e da implantação do espanhol no ensino regular do Brasil.
Convidamos todas as associações, professores e estudantes de espanhol e demais interessados pela educação brasileira e pelo ensino de espanhol a assinarem.

Para assinar (pessoa física), mande um e-mail para eledobrasil@gmail.com , informando nome e sobrenome, instituição, cargo e RG.
Para assinar (pessoa jurídica), mande um e-mail para eledobrasil@gmail.com , informando sigla e nome completo da associação ou instituição, CNPJ, nome completo do responsável, telefone e e-mail para contato.

"São Paulo e Rio de Janeiro, 13 de agosto de 2009
Tendo em vista a assinatura de uma Carta de Intenções e de um Acordo de Colaboração entre o Ministério de Educação e o Instituto Cervantes acerca do ensino de língua espanhola no Brasil, nós, abaixo-assinados, professores, estudantes e demais interessados pela educação brasileira e pelo ensino de espanhol, manifestamos nossas inquietudes, contextualizadas precisamente no andamento desse processo.
É inquestionável que, a partir da aprovação da Lei Federal n. 11.161/2005, que estabelece a oferta obrigatória da língua espanhola no ensino médio, diferentes ações do Governo Federal e do MEC em especial têm se encaminhado na direção de sua implantação com qualidade. Há uma visível abertura de vagas e habilitações em espanhol em muitas universidades federais, direcionada a garantir os recursos humanos necessários. O Ministério promoveu, em 2005, a elaboração de Orientações Curriculares para o Ensino Médio específicas e o PNLEM para docentes de língua espanhola, tem atendido consultas dos estados, como a da Secretaria da Educação do Estado de Sergipe que motivou o Parecer CNE/CEB nº 18/2007, que esclarece ambiguidades da Lei 11.161, e atualmente prepara o PNLD para 2010.
Não obstante esse empenho do MEC, faltando apenas meio ano para o prazo que a mencionada lei estabeleceu para o oferecimento da Língua Espanhola, observamos que em praticamente nenhum estado foram dados, pelos governos estaduais, os passos necessários para realizar essa implementação nas escolas. Em poucos estados são abertos concursos públicos para docentes da disciplina e, quando o são, oferecem número insuficiente de vagas ou os aprovados não são convocados. Além disso, poucos Conselhos Estaduais de Educação discutiram, para posterior regulamentação, a Lei Federal n. 11.161/2005, como estabelece o artigo 5º dessa Lei. Tampouco vemos, na maioria dos estados, propostas curriculares aprovadas para a disciplina Espanhol. Nesse contexto, a utilização da Plataforma Virtual oferecida pelo Instituto Cervantes que, segundo declaração do Chefe da Assessoria Internacional do MEC, seria optativa, corre o risco de transformar-se na única possibilidade disponível. Preocupa-nos que a disciplina Língua Espanhola, em vez de integrar-se como uma a mais no currículo, transforme-se em um pacote informático elaborado fora do sistema educativo.
Com efeito, na medida em que o material didático virtual provém de uma instituição alheia a esse sistema, não tem como integrar-se às outras disciplinas na formação integral que os Parâmetros e Orientações Curriculares do próprio MEC sugerem como base, nem como ser objeto de planejamento, implementação e avaliação por parte do docente e da escola.
A inadequação é ainda maior quando consideramos o tipo de instituição que elabora o material. O Instituto Cervantes não é um centro de ensino superior, nem de qualquer outro nível do ensino regular. Fundado recentemente,em 1991, é um órgão de difusão cultural do governo espanhol, que ministra cursos livres de aprendizagem de idiomas e cursos de capacitação para professores dentro dessa modalidade e, portanto, totalmente alheia à realidade do ensino regular, não só do Brasil como também de seu país de origem. Surpreende o recurso a uma instituição desse tipo, dado que o Brasil conta com um amplíssimo acúmulo de ensino e pesquisa sobre o espanhol como língua estrangeira como atividade dos profissionais de suas universidades federais e estaduais, visível em centenas de teses e dissertações, bem como em revistas, congressos, livros e material didático específico para todos os níveis e em todos os formatos e modalidades, incluindo o ensino a distância.
É no sistema escolar e universitário brasileiro que se encontra o saber, inclusive metodológico, sobre o ensino de espanhol a brasileiros em seus diferentes contextos de ensino/aprendizagem. A esse respeito, a Assessoria Internacional se coloca à disposição para receber contribuições das universidades para a tarefa de implantação do espanhol. Vários dos abaixo-assinados são professores das universidades públicas. Portanto, colaboram de maneira sistemática e constante com o MEC e com as secretarias de educação dos estados em tudo aquilo para o que são convocados: comissões de avaliação de materiais didáticos, de desenho de orientações e parâmetros curriculares, bancas de concursos públicos, entre outras tarefas. Por exemplo, no estado de São Paulo, docentes das universidades públicas elaboraram, em 2007, com apoio das reitorias, uma proposta de formação emergencial de professores que foi entregue à Secretaria de Estado da Educação. Reiteramos essa disposição, que vem a ser mais um motivo para que nos surpreenda a convocação de uma instituição estrangeira não universitária que, precisamente por seu caráter, não poderá ser objeto de avaliação pelo sistema educativo nacional.
Por último, mas não menos importante, os conteúdos do modelo proposto pelo IC também mostram um claro descompasso com as necessidades da escola brasileira e com os Parâmetros e Orientações do próprio MEC. Não se trata apenas de uma metodologia, já que será implementado o curso “Hola, amigos”, integrante do AVE (Aula Virtual de Español). Esse curso, elaborado na Espanha, não tem como atender as necessidades mencionadas. Como é de público conhecimento, o material se enquadra nos parâmetros do Quadro Europeu Comum de Referência para as Línguas. Não apenas o Brasil não é parte da União Européia, nem a realidade dos alunos de nossas escolas se adéqua a esse contexto, como existem inúmeras ações educativas desenvolvidas no contexto do Mercosul, nas quais o próprio MEC tem liderança. Referimo-nos aos acordos do Mercosul Educacional, incluindo os de reconhecimento de diplomas para continuidade de estudos e as reuniões de universidades dos países do bloco, como a acontecida em 2007 em Brasília, promovida por este Ministério, que chegou a importantes acordos sobre a promoção do bilinguismo na região. Também levamos em conta o reconhecimento mútuo dos exames de proficiência CELP-Bras e CELU, e a recente criação da UNILA (Universidade Federal da Integração Latino-Americana), bem como projetos como os de Escolas Bilingues de Fronteira. Esse processo de integração com os países vizinhos levou a que neles comece a ser implantado o português como língua escolar de oferta obrigatória, fato sem precedentes em outros países do mundo e que não faz parte da agenda educativa da União Européia.
Porque reivindicamos essa trajetória do MEC, o atual acordo com o Instituto Cervantes nos aparece como um gesto contraditório. E levando em conta o contexto de inação no planejamento dos estados para a implantação do espanhol na escola, surge nossa preocupação quanto ao que possa derivar desse acordo. Ele pode estimular, nos estados, soluções “fáceis” para o não planejamento de grades e de recursos humanos, que não contemplem a qualidade de ensino ou signifiquem que o sistema educativo se desresponsabilize a respeito dessa disciplina.
Por todo o expressado, e no intuito de colaborarmos com o Ministério da Educação e com as Secretarias Estaduais e Municipais de Educação para garantir uma implantação da disciplina “Língua espanhola” que atenda os objetivos pautados pelos Parâmetros e Orientações Curriculares Nacionais, com espaço na grade escolar e com professores habilitados para seu ensino, solicitamos:
1- a divulgação dos textos da Carta de Intenções e do Acordo de Colaboração entre o MEC e o Instituto Cervantes;
2- uma reunião do Ministério com uma comissão integrada por representantes dos cursos de espanhol das universidades públicas e das associações de professores.
APEESP - Associação de Professores de Espanhol do Estado de São Paulo
APEERJ - Associação de Professores de Espanhol do Estado do Rio de Janeiro"

miércoles, 12 de agosto de 2009

Aprovada criação do Instituto Mercosul de Estudos Avançados

11/08/2009
Aprovada criação do Instituto Mercosul de Estudos Avançados

O conselho da Universidade Federal do Paraná (UFPR) aprovou na sexta-feira, dia 7, a criação do Instituto Mercosul de Estudos Avançados (Imea). O instituto é a unidade precursora da Universidade Federal da Integração Latino-Americana (Unila), instituição que terá sede em Foz do Iguaçu e cujo projeto de criação foi aprovado pela Câmara dos Deputados e será agora apreciado no Senado Federal. A Universidade Federal do Paraná é tutora da Unila.

O instituto, explica o presidente da comissão de implantação da Unila, Hélgio Trindade, possibilita iniciar este mês as três primeiras atividades acadêmicas da futura instituição. No próximo dia 19 será instalado o conselho consultivo da Imea, integrado por especialistas de 23 países das três Américas. Todos os países da América do Sul estarão representados no conselho.

De 19 a 22 de agosto, acontecerá um colóquio internacional sobre educação para a integração latino-americana. A abertura do colóquio será feita pelo reitor da Universidade Andina Simon Bolívar.

De 31 de agosto a 5 de dezembro, o Imea vai instalar dez cátedras de estudos latino-americanos. Cada cátedra, diz Hélio Trindade, terá um patrono, que homenageia uma personalidade que teve atividade expressiva na educação e um fundador, geralmente um professor e pesquisador em atividade no continente latino-americano.

A cátedra Ciência, Tecnologia e Inclusão Social, que homenageia o cientista e pesquisador argentino Amílcar Herrera, será a primeira a ser instalada. A fundadora dessa cátedra é a antropóloga Hebe Vessuri, pesquisadora sênior do Instituto Venezuelano de Investigações Científicas.

A dinâmica das cátedras, segundo Trindade, começa com apresentação do tema pelo fundador, seguida de debates. Nos dias seguintes, esse professor terá encontros com os professores visitantes do Imea para orientar e sugerir áreas de pesquisa.

As cátedras, que têm uma semana de duração, e 15 horas de atividades acadêmicas e científicas, serão abertas a estudantes de pós-graduação da região da tríplice fronteira - Brasil, Argentina e Paraguai. O pós-graduando receberá certificado de participação que contará créditos no seu curso.

Fonte: Jornal da Ciência. Conteúdo disponível em: <http://www.anpg.org.br/gera_noticia.php?codigo=9&tipo=1>. Acesso em 12 ago. 2009.

martes, 11 de agosto de 2009

Repercussão do acordo entre MEC/IC na Argertina

ACUERDO ENTRE LOS DOS PAÍSES

Brasil acude a España para que le enseñe castellano

Once millones de brasileños estudian la lengua de sus vecinos. Los cursos de idioma estarán a cargo del Instituto Cervantes.

Por Roka Valbuena.

06.08.09

Brasil, esa enorme isla sudamericana en que se habla exclusivamente el portugués, empieza a romper sus barreras idiomáticas. El Ministerio de Educación de Brasil dio un gran paso lingüístico y el martes firmó un protocolo de colaboración con el Instituto Cervantes, el cual permitirá apoyar la implantación del español en el sistema educativo.

El español, desde 2005, se enseña en la educación superior brasileña. Ahora, con el acuerdo
, se pretende extender la iniciativa a la educación primaria. En Brasil hay once millones de ciudadanos que estudian el español y el gobierno proyecta una multiplicación y llegar a cincuenta. La alegría por el acuerdo llegó a tal punto que la vicepresidenta primera de España, María Teresa Fernández de la Vega, cruzó el Atlántico y lanzó una pertinente frase marítima: “El acuerdo es una manera de achicar el océano”.

Los idiomas se unen y no pueden esperar. Ya la próxima semana comenzará a impartirse un programa piloto en cuatro ciudades brasileñas: Brasilia, Río de Janeiro, Recife y Porto Alegre. El español de España inunda Brasil, mientras, a poca distancia, el español de Argentina mira todo con la boca cerrada.

Un experto argentino en los dos españoles, tanto el que se utiliza en Argentina como el que se utiliza en España, alzó la voz. Es el académico y crítico literario Noé Jitrik. Y fue concluyente: “En Brasil se debería enseñar el español de Argentina”. ¿Por qué? Noé tiene un fundamento geográfico: “Por la proximidad”. Lo lógico, piensa, es que dos países vecinos, con tantos acuerdos comerciales, con tantos intercambios turísticos, intercambien también sus idiomas. “Pero, claro”, se resigna el crítico, “quienes organizan esos acuerdos tienen una impronta académica”.

Para revertir eso de imponer en el país vecino el español que se habla más allá del Atlántico, Jitrik sugiere propiciar un conflicto internacional: “Me parece que la Academia Argentina de Letras debe formular una suerte de reclamo en torno al problema”. La guerra entre idiomas podría ser inminente. Y, en toda batalla, siempre existirán los héroes.

“Yo enseño a vosear a los brasileños”, dijo Julio Rey, valiente profesor de español de Argentina del instituto Espacio Idiomas. Este hombre impide que sus alumnos brasileños empleen el tuteo, aquella norma importada de España. Les enseña a vosear. A decir: “Salí” y no “sal”. A decir “mandá” y no “manda”.

Julio Rey, el monarca del voseo, dice que es necesario que lo hagan, sobre todo si viven aquí. Y, en cuanto a la masificación del español en Brasil, su opinión es similar a la de Noé Jitrik: “Para los brasileños debería ser más provechoso hablar el español argentino. Aunque sé que en esto domina el español de España y el español de México. Todas las películas son subtituladas por españoles o por mexicanos. Nos superan”, admitió con nostalgia.

EL DEBATE TIENE HISTORIA. En los años veinte, en salones elegantes, se enfrentaron los dos usos del español y uno de los combativos defensores del español argentino fue Jorge Luis Borges, el hombre que mejor utilizó el castellano durante el siglo XX. Fue en un ensayo llamado “Las alarmas del doctor Américo Castro”, el cual aparece en Otras inquisiciones, donde Borges graficó su postura. Allí se permitió aclarar que, tras recorrer varias ciudades de España, tiene un lenguaje preferido: “No he observado jamás que los españoles hablaran mejor que nosotros. Hablan en voz más alta, eso sí, con el aplomo de quienes ignoran la duda”.

Puede que, lingüísticamente, entre Brasil y España el océano se haya achicado. Pero lo peligroso es que, en esta disputa de idiomas, para Argentina el océano acaba de crecer.

In: Crítica de la Argentina, 06 ago. 2009. Disponível em: <http://criticadigital.com/index.php?secc=nota&nid=27613>. Acesso em 11 ago. 2009.

Vejam também o artigo de Sergio S. Olguín sobre este mesmo tema. In: Crítica de la Argentina, 06 ago. 2009. Disponível em: <http://criticadigital.com/index.php?secc=nota&nid=27614>. Acesso em 11 ago. 2009.

Brasil acude a España para que le enseñe castellano


-->
ACUERDO ENTRE LOS DOS PAÍSES
Brasil acude a España para que le enseñe castellano
Once millones de brasileños estudian la lengua de sus vecinos. Los cursos de idioma estarán a cargo del Instituto Cervantes. Roka Valbuena.
Brasil, esa enorme isla sudamericana en que se habla exclusivamente el portugués, empieza a romper sus barreras idiomáticas. El Ministerio de Educación de Brasil dio un gran paso lingüístico y el martes firmó un protocolo de colaboración con el Instituto Cervantes, el cual permitirá apoyar la implantación del español en el sistema educativo.

El español, desde 2005, se enseña en la educación superior brasileña. Ahora, con
el acuerdo, se pretende extender la iniciativa a la educación primaria. En Brasil hay once millones de ciudadanos que estudian el español y el gobierno proyecta una multiplicación y llegar a cincuenta. La alegría por el acuerdo llegó a tal punto que la vicepresidenta primera de España, María Teresa Fernández de la Vega, cruzó el Atlántico y lanzó una pertinente frase marítima: “El acuerdo es una manera de achicar el océano”.

Los idiomas se unen y no pueden esperar. Ya la próxima semana comenzará a impartirse un programa piloto en cuatro ciudades brasileñas: Brasilia, Río de Janeiro, Recife y Porto Alegre. El español de España inunda Brasil, mientras, a poca distancia, el español de Argentina mira todo con la boca cerrada.

Un experto argentino en los dos españoles, tanto el que se utiliza en Argentina como el que se utiliza en España, alzó la voz. Es el académico y crítico literario Noé Jitrik. Y fue concluyente: “En Brasil se debería enseñar el español de Argentina”. ¿Por qué? Noé tiene un fundamento geográfico: “Por la proximidad”. Lo lógico, piensa, es que dos países vecinos, con tantos acuerdos comerciales, con tantos intercambios turísticos, intercambien también sus idiomas. “Pero, claro”, se resigna el crítico, “quienes organizan esos acuerdos tienen una impronta académica”.

Para revertir eso de imponer en el país vecino el español que se habla más allá del Atlántico, Jitrik sugiere propiciar un conflicto internacional: “Me parece que la Academia Argentina de Letras debe formular una suerte de reclamo en torno al problema”. La guerra entre idiomas podría ser inminente. Y, en toda batalla, siempre existirán los héroes.

“Yo enseño a vosear a los brasileños”, dijo Julio Rey, valiente profesor de español de Argentina del instituto Espacio Idiomas. Este hombre impide que sus alumnos brasileños empleen el tuteo, aquella norma importada de España. Les enseña a vosear. A decir: “Salí” y no “sal”. A decir “mandá” y no “manda”.

Julio Rey, el monarca del voseo, dice que es necesario que lo hagan, sobre todo si viven aquí. Y, en cuanto a la masificación del español en Brasil, su opinión es similar a la de Noé Jitrik: “Para los brasileños debería ser más provechoso hablar el español argentino. Aunque sé que en esto domina el español de España y el español de México. Todas las películas son subtituladas por españoles o por mexicanos. Nos superan”, admitió con nostalgia.
EL DEBATE TIENE HISTORIA. En los años veinte, en salones elegantes, se enfrentaron los dos usos del español y uno de los combativos defensores del español argentino fue Jorge Luis Borges, el hombre que mejor utilizó el castellano durante el siglo XX. Fue en un ensayo llamado “Las alarmas del doctor Américo Castro”, el cual aparece en Otras inquisiciones, donde Borges graficó su postura. Allí se permitió aclarar que, tras recorrer varias ciudades de España, tiene un lenguaje preferido: “No he observado jamás que los españoles hablaran mejor que nosotros. Hablan en voz más alta, eso sí, con el aplomo de quienes ignoran la duda”.

Puede que, lingüísticamente, entre Brasil y España el océano se haya achicado. Pero lo peligroso es que, en esta disputa de idiomas, para Argentina el océano acaba de crecer.

SEMANA DE DEBATES SOBRE O ENSINO DE ESPANHOL

Acompanhem a proposta de debates entre professores e estudantes de letras/espanhol no grupo de discussão ELE DO BRASIL: http://br.groups.yahoo.com/group/eledobrasil/

O ensino do espanhol nas escolas

Confiram o programa de rádio 50 minutos, da emissora Novo Tempo de 11 de agosto de 2009 que contou com a participação de Maria Eveline Pinheiro, coordenadora geral do Ensino Médio da Secretaria da Educação Básica do MEC e da professora María Zulma Moriondo Kulikowski, coordenadora do programa de pós-graduação de Língua espanhola da USP. O programa teve como tema O ensino do espanhol nas escolas.

Para escutar o programa, click no link abaixo e em seguida realize o download no arquivo referente a 11/08/2009.
http://www.novotempo.org.br/radio/interno.asp?PMA_Codigo=86&NomeDoPrograma=50%20Minutos

I SEMINÁRIO DE HISTÓRIA DO ENSINO DAS LÍNGUAS

Caros colegas e alunos,
É com prazer que divulgamos o I SEMINÁRIO DE HISTÓRIA DO ENSINO DAS LÍNGUAS, a ser realizado de 03 a 06 de novembro, na Universidade Federal de Sergipe (campus de São Cristóvão).
Prazo para envio de trabalhos: 15/09/2009
Confiram a programação, os eixos temáticos e as normas para envio de trabalhos no site do evento:
http://www.sehel2009.com.br

Resposta do MEC

A resposta dada pelo MEC sobre os questionamentos levantados pelas cartas das APEs podem ser visualizadas no Blog de discussão "Plataforma permanente para o acompanhamento da implantação do espanhol no sistema brasileiro de ensino":
http://espanholdobrasil.
wordpress.com/2009/08/09/primeira-carta-do-mec-em-resposta-a-duvidas-sobre-o-acordo/

No grupo de discussão "ELE do Brasil" é possível visualizar carta da APEESP em resposta a manifestação do MEC .
http://br.groups.yahoo.com/group/eledobrasil/

lunes, 10 de agosto de 2009

Espaços de discussão sobre a implantação do espanhol no Brasil

Prezados Associados:

Em virtude do acordo entre o Instituto Cervantes e o MEC, as Associações de Espanhol do Brasil têm se manifestado e discutido sobre os problemas da implantação do espanhol no Brasil. Muitas dessas discussões estão sendo realizadas através de espaços virtuais. Seguem abaixo alguns desses espaços que nos pareceu interessante para que possamos acompanhar e discutir juntamente com nossos colegas o que anda acontecendo em nível nacional sobre essa questão.

Além disso, estamos atualizando, na medida do possível, o Blog da Associação com as informações referentes a este assunto. Cabe lembrar que a criação do Blog da APEEPR foi pensado para que possamos também discutir e refletir sobre as questões que giram em torno da aprendizagem/ensino do espanhol no nosso Estado e no nosso país. Acredito que este seja o momento mais que oportuno para que nos manifestemos e troquemos com nossos colegas nossas opiniões. Contamos com a participação de todos!!!

Jacicarla Souza da Silva
Diretora de Imprensa e Intercâmbio

-----------------------------------------

*Plataforma Permanente para o Acompanhamento da Implantação do Espanhol no Sistema Educativo Brasileiro

O endereço é: http://espanholdobrasil.wordpress.com/

Motivo do Blog: Este blog nasce com o objetivo de juntar informação que permita ajudar a compreender o tortuoso e complexo processo de implantação da lei 11.161/05. Com o intuito de ser um lugar de encontro para todos aqueles professores, pesquisadores e estudantes preocupados com a qualidade do sistema educativo e com o papel que nele deverá cumprir o ensino de línguas estrangeiras, pretende também ser um espaço de reflexão, de debate e de ação, ao serviço da comunidade de profissionais do ensino da língua espanhola no Brasil. Este blog está aberto a todos e a todas, é uma assembléia aberta, um espaço horizontal de intervenção. Participe mandando as suas informações, opiniões, sugestões!

*Grupo de discussão sobre o acordo MEC/IC

Criado para discutir as questões do espanhol e do acordo MEC/IC. Creio que será um espaço muito importante de discussões.
Para entrar basta escrever um e-mail totalmente em branco para:

I Simpósio Nacional Temas Hispânicos - NOVA DATA

O I Simpósio Temas Hispânicos já tem nova data de realização. Será nos dia 03, 04 e 05 de setembro de 2009 na Universidade Estadual de Maringá. A abertura oficial será no dia 04 no período matutino. As as inscrições para participação sem apresentação de trabalhos foram prorrogadas até o dia 16 de agosto.