jueves, 12 de agosto de 2010

Entrevista de Deise Picanço sobre o ensino de Espanhol

 A professora Dra. Deise Picanço falou sobre a importância de valorizar o papel formativo do ensino de espanhol como língua estrangeira em entrevista concedida, no dia 11 de agosto, ao programa Em Tese, transmitido pela UFPR TV (Canais 15 da NET e 71 da TVA). O quadro ficará por uma semana na programação.
No site www.tv.ufpr.br é possível assistir a programação em tempo real, verificar os horários alternativos de exibição e também ter acesso ao blog, onde, a partir de hoje, o quadro está disponível.
O link para a entrevista no blog do programa é: http://ufprtv.wordpress.com/2010/08/12/em-tese-110810/

jueves, 5 de agosto de 2010

Carta das Associações de Professores de Espanhol à população

As Associações de Professores de Espanhol, reunidas no Encontro Nacional de Representantes das Associações de Professores de Espanhol, nos dias 29 e 30 de julho de 2010 na Universidade Federal Fluminense em Niterói – RJ, dirige carta aberta à população sobre a inclusão da Língua Espanhola como disciplina curricular no ensino médio:

De acordo com a Lei Federal 11.161, de 5 de agosto de 2005, a partir do segundo semestre de 2010 é obrigatório o oferecimento da Língua Espanhola como disciplina curricular do ensino médio. Isso vale tanto para as escolas públicas como para as privadas.

A partir de agora é um direito estudar espanhol.

As instituições públicas ou privadas que não oferecerem a Língua Espanhola podem sofrer as sanções legais cabíveis. Denuncie à Associação de Professores de Espanhol do seu estado se sua escola (ou do seu filho) não oferece essa disciplina.

Niterói, 30 de julho de 2010

ASSOCIAÇÃO ALAGOANA DE PROFESSORES DE ESPANHOL – APEEAL
ASSOCIAÇÃO DE PROFESSORES DO ESTADO DO AMAZONAS – APE-AM
ASSOCIAÇÃO DE PROFESSORES DE ESPANHOL DO ESTADO DA BAHIA - APEEBA
ASSOCIAÇÃO DE PROFESSORES DE ESPANHOL DO DISTRITO FEDERAL – APEDF
ASSOCIAÇÃO DE PROFESSORES DE ESPANHOL DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO - APEES
ASSOCIAÇÃO DE PROFESSORES DE ESPANHOL DE GOIÁS - ASPROEGO
ASSOCIAÇÃO MATOGROSSENSE DE PROFESSORES DE LÍNGUA ESPANHOLA – AMPLE
ASSOCIAÇÃO DE PROFESSORES DE ESPANHOL DO ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL - APEEMS
ASSOCIAÇÃO DE PROFESSORES DE ESPANHOL DE MINAS GERAIS – APEMG
ASSOCIAÇÃO PARAENSE DE ALUNOS E PROFESSORES DE LÍNGUA ESPANHOLA – APAPLE
ASSOCIAÇÃO DE PROFESSORES DE ESPANHOL DO ESTADO DA PARAÍBA - APEEPB
ASSOCIAÇÃO DE PROFESSORES DE ESPANHOL DO ESTADO DE PARANÁ - APEEPR
ASSOCIAÇÃO DE PROFESSORES DE ESPANHOL DO ESTADO DE PERNAMBUCO - APEEPE
ASSOCIAÇÃO DE PROFESSORES DE ESPANHOL DO ESTADO DE PIAUI – APEEPI
ASSOCIAÇÃO DE PROFESSORES DE ESPANHOL DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO – APEERJ
ASSOCIAÇÃO DE PROFESSORES DE ESPANHOL DO ESTADO DE RONDÔNIA – APEERO
ASSOCIAÇÃO DE PROFESSORES DE ESPANHOL DO ESTADO DE SÃO PAULO – APEESP
ASSOCIAÇÃO DE PROFESSORES DE ESPANHOL DO ESTADO DE SERGIPE – APEESE

Carta aberta das Associações de Professores de Espanhol ao Mec e ao Inep sobre a Língua Espanhola no Enem

As Associações de Professores de Espanhol, reunidas no Encontro Nacional de Representantes das Associações de Professores de Espanhol, nos dias 29 e 30 de julho de 2010 em Niterói – RJ, manifesta-se a respeito da inclusão da Língua Espanhola no ENEM.
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Em primeiro lugar, elogiamos a inclusão da Língua Espanhola no ENEM, a partir deste ano, o que era uma antiga reivindicação dos professores de espanhol. No entanto, nos preocupa muito que em seu processo de preparação esteja havendo fatos que vemos como graves falhas:
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A primeira falha que notamos é que o edital para a seleção dos professores que serão responsáveis pela elaboração da prova de Língua Espanhola não foi divulgado adequadamente. As Associações de Professores de Espanhol, assim como a COPESBRA (Comissão Permanente de Acompanhamento da Implantação do Espanhol no Sistema Educativo Brasileiro), as IES que contam com área de espanhol e os professores em geral não ficaram sabendo desse edital antes de seu encerramento.
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A segunda falha é que é possível identificar essas pessoas selecionadas para a elaboração da prova, o que compromete a segurança do exame e também a dessas pessoas.
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A terceira falha é que há pessoas selecionadas para a elaboração da prova de Língua Espanhola que não são conhecidas por trabalhar na área de espanhol, mesmo havendo na área inúmeras pessoas de reconhecida qualificação.
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Por tudo isso, pedimos que o MEC, no próximo ano, faça um novo edital, que seja divulgado adequadamente, de modo que pessoas de reconhecida formação e trabalho na área de espanhol sejam selecionadas, além de que os selecionados não sejam conhecidos publicamente.
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Por fim, nos colocamos à disposição para colaborar com o MEC e o IMEP em tudo o que for possível, inclusive na divulgação do próximo edital.
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Niterói, 29 de julho de 2010
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ASSOCIAÇÃO ALAGOANA DE PROFESSORES DE ESPANHOL – APEEAL
ASSOCIAÇÃO DE PROFESSORES DO ESTADO DO AMAZONAS – APE-AM
ASSOCIAÇÃO DE PROFESSORES DE ESPANHOL DO ESTADO DA BAHIA - APEEBA
ASSOCIAÇÃO DE PROFESSORES DE ESPANHOL DO DISTRITO FEDERAL – APEDF
ASSOCIAÇÃO DE PROFESSORES DE ESPANHOL DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO - APEES
ASSOCIAÇÃO DE PROFESSORES DE ESPANHOL DE GOIÁS - ASPROEGO
ASSOCIAÇÃO MATOGROSSENSE DE PROFESSORES DE LÍNGUA ESPANHOLA – AMPLE
ASSOCIAÇÃO DE PROFESSORES DE ESPANHOL DO ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL - APEEMS
ASSOCIAÇÃO DE PROFESSORES DE ESPANHOL DE MINAS GERAIS – APEMG
ASSOCIAÇÃO PARAENSE DE ALUNOS E PROFESSORES DE ESPANHOL – APAPLE
ASSOCIAÇÃO DE PROFESSORES DE ESPANHOL DO ESTADO DA PARAÍBA - APEEPB
ASSOCIAÇÃO DE PROFESSORES DE ESPANHOL DO ESTADO DE PARANÁ - APEEPR
ASSOCIAÇÃO DE PROFESSORES DE ESPANHOL DO ESTADO DE PERNAMBUCO - APEEPE
ASSOCIAÇÃO DE PROFESSORES DE ESPANHOL DO ESTADO DE PIAUI – APEEPI
ASSOCIAÇÃO DE PROFESSORES DE ESPANHOL DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO – APEERJ
ASSOCIAÇÃO DE PROFESSORES DE ESPANHOL DO ESTADO DE RONDÔNIA – APEERO
ASSOCIAÇÃO DE PROFESSORES DE ESPANHOL DO ESTADO DE SÃO PAULO – APEESP
ASSOCIAÇÃO DE PROFESSORES DE ESPANHOL DO ESTADO DE SERGIPE – APEESE

jueves, 13 de mayo de 2010

EDITAL Nº 01/2010 - APEEPR


EDITAL Nº 01/2010 - APEEPR


SÚMULA: CONVOCAÇÃO DOS ASSOCIADOS EM DIA COM SUAS OBRIGAÇÕES ESTATUTÁRIAS PARA PARTICIPAR DE ASSEMBLÉIA GERAL EXTRAORDINÁRIA DA ASSOCIAÇÃO DE PROFESSORES DE ESPANHOL DO ESTADO DO PARANÁ.

A Presidenta da Associação de Professores de Espanhol do Estado do Paraná – APEEPR, no uso de suas atribuições estatutárias,

CONVOCA


Os ASSOCIADOS em dia com suas obrigações estatutárias da Associação de Professores de Espanhol do Estado do Paraná para se fazerem presentes à Assembléia Geral Extraordinária da APEEPR, a realizar-se no dia 27 de maio de 2010 (QUINTA-FEIRA), às 17h30 em primeira convocação e às 18h em segunda convocação, conforme estabelece o estatuto da APEEPR, no miniauditório 1, na UNIOESTE - campus de Cascavel, para tratar da seguinte pauta:

1ª PARTE: EXPEDIENTE:

Comunicações das ações realizadas até o momento pela Diretoria atual.

2ª PARTE – ORDEM DO DIA:

Prestação de contas do primeiro ano da Diretoria atual;
Substituição de membros da Diretoria.

Publique-se.

Cascavel, 12 de maio de 2010
Greice da Silva Castela

Presidenta da APEEPR



domingo, 9 de mayo de 2010

*Idiomas na ponta da língua*



Estado de Minas, 04/05/2010 - Belo Horizonte MG

 *Idiomas na ponta da língua*

 Este ano, o Enem traz prova de espanhol ou inglês. Se você não tem conhecimento, comece a correr atrás. Se já domina, não deixe para rever depois. Inclua exercícios regulares na planilha de estudos

Glória Tupinambás ¿Hablas español? ou Do you speak english?

A partir de agora, não vale mais “embromación” nem “enrolation”. Línguas estrangeiras
passam a ser decisivas para estudantes que vão participar, este ano, do
Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).

A novidade promete mudar a rotina de estudo dos 6 milhões de candidatos que devem fazer o teste marcado para os
dias 6 e 7 de novembro e que, pela primeira vez desde a sua criação, em 1998, vai exigir conhecimentos de outro idioma. O D percorreu salas de aula em busca de professores e alunos para comentar a mudança nas exigências do Enem e reúne aqui dicas para quem sonha em se dar bem na prova e depoimentos daqueles que temem pela cobrança e dos que dominam várias línguas e acreditam ser capazes de tirar o teste de letra.

A inclusão da língua estrangeira no Enem estava prevista desde o ano passado, quando o Ministério da Educação (MEC) divulgou a matriz de referência dos conteúdos para o teste. Mas, na última sexta-feira, o ministro Fernando Haddad confirmou, como noticiou o Estado de Minas, quais idiomas serão cobrados – inglês e espanhol – e outros detalhes do exame,
como a possibilidade de o candidato optar por apenas um dos idiomas na hora da prova e o fato de as questões estarem integradas à prova de linguagens e códigos do Enem. Na avaliação de especialistas em idiomas, a tendência é de
que o foco da cobrança do Enem seja a interpretação de textos e não a gramática pura e simples. “As questões devem testar o conhecimento dos alunos dentro de um contexto. Acreditamos que devem ser cobrados coesão textual, ou seja, a gramática aplicada ao texto, e muitos falsos cognatos, que são palavras semelhantes em duas línguas, mas de significados totalmente
diferentes”, explica a professora de espanhol do Colégio Bernoulli, Magali de la Flor. Segundo a educadora, a melhor forma de se preparar para os testes do Enem é investindo na leitura. “O ideal é acessar a internet e buscar textos de jornais e revistas em inglês e espanhol. Esse contato com os idiomas é fundamental para treinar a leitura e a interpretação”, acrescenta ela.

RISCOS

A inclusão das línguas estrangeiras no Enem 2010 foi recebida de maneira bem distinta pelos candidatos. Alguns estão de cabelo em pé com a novidade, temendo cobranças excessivas já que não tiveram a chance de frequentar cursos de idiomas e experimentaram o primeiro contato com as línguas apenas no colégio. E outros, com vários certificados internacionais
na gaveta e conhecimentos acumulados em intercâmbios, comemoram o inglês e o espanhol como favas contadas no exame. Realidades tão distintas acendem o sinal de alerta para o risco de se criarem regras pouco democráticas e excludentes do ponto de vista social. “Meu maior receio não é a dificuldade das provas, e sim a boa preparação dos demais concorrentes” , afirma Allan Michael Omena, de 18 anos. Candidato a uma vaga em medicina, ele diz que vai optar pelo espanhol por causa das semelhanças com o português. “Nunca fiz cursos de idiomas, porque são caros, e o inglês que aprendi só no colégio é um pouco fraco. Por isso, vou escolher o espanhol, que dá para tentar decifrar no bom e velho ‘portunhol’”,   brinca. Os medos de Allan são parecidos com  os de Mateus Gomes, de 21, que também não aprovou a novidade. “A mudança vai complicar nossa vida. Não sabemos qual será o nível de cobrança e isso nos deixa inseguros.” A estudante Ingrid Magalhães, de 17, não tem motivos para preocupações. Desde os 5 anos de idade, ela frequenta um dos melhores cursos de idiomas da
capital e hoje domina, com fluência, o inglês e o espanhol*. E para completar a boa formação, no ano passado, fez intercâmbio na Alemanha. “Assisto a filmes americanos sem legenda e leio muitos livros estrangeiros para poder praticar bastante. As aulas de inglês do colégio são a minha hora de relaxamento e acredito que não vou ter dificuldade no Enem. Num simulado do vestibular da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), errei apenas
uma questão”, diz.

TROCA DE DATA DO ENADE

Para não coincidir com o calendário de provas do Enem, o MEC anunciou ontem a nova data de aplicação do Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade), o antigo Provão. O teste será em 21 de novembro, às 13h, e é obrigatório para estudantes matriculados no primeiro e no último ano dos cursos de bacharelado em agronomia, biomedicina, educação
física, enfermagem, farmácia, fisioterapia, fonoaudiologia, medicina, medicina veterinária, nutrição, odontologia, serviço social, terapia ocupacional e zootecnia e dos cursos superiores de tecnologia em agroindústria, agronegócios, gestão hospitalar, gestão ambiental e radiologia. Mais informações no site www.mec.gov. br.

jueves, 6 de mayo de 2010

ICBA debate implementação do espanhol nas escolas do PR em homenagem ao Dia Mundial do Livro

O Instituto Cultural Brasil Argentina (ICBA) realizou, em 28 de abril, em sua sede, o "Tributo à palavra", em homenagem ao Dia Mundial do Livro e do Direito do Autor.
 A mesa redonda para discutir a implementação da língua espanhola nas escolas públicas municipais e estaduais do Paraná contou com a participação do representante do Centro de Línguas Estrangeiras Modernas (CELEM) da Secretaria da Educação do Estado do Paraná,  Reginaldo Ferraz, da representante da Secretaria Municipal da Educação da Prefeitura de Curitiba, professora Solange Pacheco Ferreira, da Cônsul do Paraguai em Curitiba, Lurdes Bogado Dinsfrean, e do Cônsul do Chile, Luiz Celso Branco.
 Segundo Ferraz, devido à falta de professores do idioma castelhano, docentes de outras disciplinas que apresentem diplomas de proficiência em espanhol poderão ministrar aulas.
Por sua vez, Ferreira lembrou da parceria da Secretaria Municipal de Educação com o  ICBA. A instituição já deu aulas de castelhano e capacitação didático-metodológica para mais de 60 professores da Rede, e está prestes a recomeçar aulas nas próprias escolas, em diferentes bairros da cidade.
 Entre outras atividades, também foram realizadas oficinas, projeção do filme de animação Martín Fierro - sobre a obra clássica da literatura gauchesca argentina seguida de debate - ; círculo de leitura e apresentação de novos autores da literatura espanhola e hispano-americana.
 Professoras e professores da Universidade Federal do Paraná (UFPR ), da PUCPR e da Universidade Tuiuti (UTP)  que formam Licenciados em Letras Espanhol/Português, e Instituições dedicadas ao ensino da língua e cultura hispânicas, como o ICBA - Centro de Línguas, o Instituto Cervantes de Curitiba e Piedralaves comandaram as atividades desenvolvidas.
 A apresentação cultural "Tango", com Vânia e Gustavo e um coquetel com vinhos e empanadas encerraram o evento.

ICBA outorga bolsas de estudos de língua espanhola

Em animada aula inaugural, no dia 30 de abril, trinta alunos da Rede Municipal de Ensino de Curitiba receberam bolsas para estudar espanhol no ICBA- Centro de Línguas.

            A parceria entre o ICBA, instituição comprometida com o futuro dos jovens, e a Secretaria Municipal de Educação da Prefeitura de Curitiba alcança o nono ano consecutivo.

            Estiveram presentes na aula inaugural a Gerente de Projetos da Secretaria Municipal da Educação de Curitiba, Marilvani Silva, a Coordenadora do Projeto, Mary Natsue Ogawa, diretores e vice-diretores das escolas participantes, chefes de núcleos, pais e alunos.

            A diretora do ICBA, Ernestina Susevich, deu as boas vindas aos novos alunos, e apresentou a Coordenadora do Projeto pelo ICBA, professora Flávia Barp, também docente das turmas, quem convidou a todos para participar ativamente deste ano letivo.

            As bolsas têm dois anos de duração. Além das aulas, o ICBA oferece o material didático e o lanche depois das aulas. Após esse período, o aluno que quiser continuar estudando terá 70% de desconto nas mensalidades.

            As escolas que participam do projeto estão localizadas nos seguintes bairros: CIC, Bairro Novo, Boa Vista, Cajuru e Portão.

            No ICBA, as aulas de espanhol acompanham o currículo escolar, como uma ferramenta de articulação entre as diferentes áreas. Os professores desenvolvem  atividades que as crianças já  têm na escola, entre elas, as preocupações com o meio ambiente, a convivência com as pessoas e o reconhecimento das diferenças. Os temas tratados nas aulas despertam o interesse e o envolvimento dos alunos e colaboram na reflexão crítica dos jovens.

lunes, 3 de mayo de 2010

Paulo Renato y sus hermanos de España - Relações de um projeto pedagógico

Acompanhem os comentários postados no Blog NaMariaNews sobre as "iniciativas" que vem sem adotadas pelo atual governo do Estado de São Paulo. Vale a pena conferir!!!
http://namarianews.blogspot.com/2010/05/paulo-renato-y-sus-hermanos-de-espana.html

miércoles, 21 de abril de 2010

sábado, 27 de marzo de 2010

Secretaria da Educação boicota a implantação do espanhol nas escolas do estado




Depois de decidir, tarde e de maneira atropelada e improvisada, incluir a língua espanhola no ensino médio a partir do segundo semestre, a Secretaria da Educação do estado de São Paulo que, como temos informado profusamente, não tinha dado nenhum passo em cinco anos para tanto, promove uma consulta aos alunos e pais para saber de quantos professores vai precisar. O mecanismo e os instrumentos da consulta, que conhecemos esta semana, deixam claro, mais uma vez, o porquê de tanta demora: o governo de São Paulo não quer saber de nada com a língua espanhola na grade.

Na reunião que, em 24 de fevereiro, a diretoria da APEESP teve com a coordenadora da CENP (órgão da Secretaria que hoje está a cargo da implantação do espanhol na grade), Valéria de Souza, sabendo que se planejava um levantamento sobre a demanda, uma das nossas principais exigências foi que esse levantamento fosse precedido por uma intensa divulgação, nas escolas e para os pais, das muitas vantagens práticas e concretas que aprender espanhol tem hoje para um jovem brasileiro. Aparentemente, era um ponto de acordo, praticamente o único, com a Secretaria. A APEESP prontificou-se a elaborar um texto para divulgação nas escolas, coisa que fez e enviou à CENP. A coordenadora da CENP e suas colaboradoras agradeceram todo o apoio que pudéssemos dar e se comprometeram a nos envolver no levantamento, que estaria sendo organizado por uma equipe de apoio de especialistas. Menos de um mês depois, ficamos sabendo que eram só palavras: o levantamento está em andamento, e intencionalmente desenhado para dar o pior resultado, para dar o resultado de que a comunidade “não quer” que os alunos tenham o espanhol como disciplina curricular.

Quem quiser, pode conferir no site http://coletalinguaespanhola.edunet.sp.gov.br/login.aspx, onde verá os formulários e as orientações para as diretorias de ensino. É dada a indicação de consultar na sala aos alunos e que os pais devam responder no dia seguinte, ou de realizar reuniões com os pais para consulta. Tudo antes de 31 de março, em meio a uma greve de professores, com as escolas semi-paralisadas. Não há nenhuma explicação que acompanhe a consulta, nada que sugira sequer por que seria interessante para o aluno cursar a disciplina. O formulário de “adesão” (é o nome que lhe é dado, como se fosse para uma causa ideológica e não para um componente curricular) é completamente ameaçador e desestimulante. Nada informa sobre qualquer conteúdo da disciplina, e o pai deve assinar, pelo aluno, o formulário, em que se afirma que o não cumprimento da disciplina pode acarretar “perda do direito em renovar minha matrícula em qualquer estágio do curso” ou “cercear a continuidade dos estudos no(s) semestre(s) subsequente(s).”

Essa ladainha burocrática é tudo que a CENP e seu grupo de especialistas tem para dizer sobre o significado de se estudar espanhol no estado mais populoso do país. A intenção é clara: continuar com o monolinguismo estabelecido por uma resolução de 2008 que burla a LDB e dizer publicamente que “a comunidade” optou pelo monolinguismo.

A APEESP não reconhecerá os resultados dessa consulta, que avaliamos como uma farsa, e que denunciaremos nos mesmos foros parlamentares e jurídicos em que estamos atuando. Somaremos o assunto aos que já tramitam em requerimentos de informação encaminhados por deputados, visando um questionamento integral da ação do governo estadual em relação às línguas estrangeiras na educação e, particularmente, à sua tentativa deliberada e sistemática de evitar a inclusão da língua espanhola na grade curricular.



Diretoria da APEESP.

lunes, 15 de marzo de 2010

Professores bloqueiam Paulista

Professores bloqueiam Paulista

Manifestação também parou o trânsito das Avenidas Consolação e Rebouças; greve da rede estadual é mantida

13 de março de 2010 | 0h 00

Luciana Alvarez e Felipe Oda - O Estadao de S.Paulo

PROTESTO - Manifestantes ocupam Avenida Paulista antes de seguir em passeata em direção à Praça da República; protesto foi pacífico e sem incidentes, segundo a polícia

Manifestação organizada pelo sindicato dos professores do Estado (Apeoesp) bloqueou parte das Avenidas Paulista, Consolação e Rebouças por cerca de três horas na tarde de ontem, desrespeitando pedido da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) e prejudicando o trânsito na região central de São Paulo. Segundo estimativas da Polícia Militar, o protesto chegou a reunir 12 mil docentes e estudantes. Lideranças da Apeoesp avaliam que a manifestação reuniu mais de 40 mil pessoas. Apoiaram o ato público a Central Única dos Trabalhadores (CUT), o PSTU e a entidade sindical Conlutas.

Durante o protesto, os professores votaram pela manutenção da greve iniciada na segunda-feira - e que, até ontem, tinha baixa adesão, segundo a Secretaria de Estado da Educação. Para a pasta, apenas 1% da categoria aderiu. Segundo o sindicato, 80% das escolas do Estado paralisaram as atividades.

Os docentes pedem reajuste salarial de 34%, incorporação imediata de gratificações e o fim das avaliações e dos programas criados pelo governo José Serra. Eles marcaram uma nova assembleia para a próxima sexta-feira, também na Avenida Paulista.

Com gritos de "Serra, a culpa é sua, a greve continua" e faixas dizendo "Inimigo da educação não pode governar a nação", os professores começaram o protesto no vão livre do Masp, por volta das 14 horas.

A manifestação foi encerrada por volta das 19 horas, na Praça da República, onde fica a Secretaria de Estado da Educação. As Avenidas Ipiranga e Consolação tiveram parte das pistas fechada. O protesto transcorreu sem incidentes graves. Um homem foi detido.

"Nossa luta é pela valorização profissional e salarial. Não há problema dizer que temos um lado político, o lado do magistério", afirmou a presidente da Apeoesp, Maria Izabel Azevedo Noronha. A afirmação foi uma resposta ao secretário da Educação, Paulo Renato Souza, que disse que o movimento grevista tem caráter mais político que educacional.

"Serra está matando professor de fome", afirmou o professor de história Carlos Antonio Serafim dos Santos, que veio de Piracicaba para o protesto. "Desde 1998 o vale-alimentação é de R$ 4. Não dá nem para comer na feira."

Para Rafael Ambar, há três anos professor temporário de sociologia em Bauru, as propostas da secretaria não beneficiam nem professores nem estudantes. "Entre os que foram mal na avaliação do governo, tem gente que é muito capaz de trabalhar", disse. Valdete da Silva, professora de filosofia, reclamou da falta de estrutura. "Não tem funcionário para limpar nem para fazer a merenda no turno da noite." [...]

CRONOLOGIA

Novembro de 2005
Projeto de lei limitando a contratação de temporários a seis meses renováveis por outros seis provocou uma greve de quatro dias. O governo recuou da decisão, que poderia resultar no desemprego de 120 mil pessoas

Julho de 2008
Um decreto que alterou as regras de transferência do local de trabalho e de contratação de profissionais temporários causou 22 dias de paralisação. O governo modificou pontos do decreto, mas o sindicato continuou insatisfeito

Março de 2009
A greve não evitou que o governo aprovasse a criação de prova para docentes temporários e curso seguido de exame para os contratados em novos concursos.

Disponível em: http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20100313/not_imp523597,0.php

sábado, 13 de marzo de 2010

Muere Miguel Delibes, alma del castellano

Muere Miguel Delibes, alma del castellano

El escritor renovó la literatura española y publicó más de 60 obras.- Tenía 89 años

ANTONIO FRAGUAS - Madrid - 12/03/2010

Miguel Delibes ha fallecido hoy en Valladolid a los 89 años, según ha informado su familia. El escritor padecía un cáncer del que fue intervenido en los años noventa. Con su obra Delibes consiguió dar nuevo vuelo a la literatura española, postrada tras el rodillo de la Guerra Civil. Era el último gran referente de las letras castellanas del siglo XX. La capilla ardiente ha quedado instalada desde las doce en el Ayuntamiento. La ciudad ha decretado tres días de luto oficial. Las reacciones a su fallecimiento se han sucedido a lo largo de toda la jornada: "Era la voz austera de un país sumido en el silencio; la más alta cima de la literatura española", ha dicho a través de un telegrama el presidente del Gobierno, José Luis Rodríguez Zapatero. Una gran ovación y gritos emocionados han recibido al cuerpo del literato a su entrada en la Casa Consistorial, donde se han congregado miles de personas.

El legado literario de Delibes está surcado por el sentimiento amoroso, la desigualdad social y el contraste entre la vida en el medio rural y en la ciudad. Atento al habla de las gentes del campo, su rico y preciso léxico es considerado como uno de los últimos reductos del español de Castilla, aunque el novelista introdujo importantes innovaciones formales.

Con su primera novela, La sombra del ciprés es alargada (un relato sobre la pérdida y la posibilidad de la felicidad, ambientado en Ávila y Barcelona), obtuvo en 1947 el prestigioso premio Nadal. Ha sido acreedor de las distinciones más importantes de las letras hispanas y varias veces candidato al Nobel de Literatura. En 1973 ingresó en la Real Academia Española; en 1982 ganó el premio Príncipe de Asturias de las Letras y en 1993 el premio Cervantes.

Nacido en Valladolid en 1920, Delibes comenzó una prolífica carrera como escritor tras lograr el Nadal, siendo autor de unas 60 obras, entre novelas, libros de viajes y diarios, la gran mayoría de ellas publicadas en la editorial Destino. Su último trabajo, aparecido en 2006, es una recopilación de relatos breves titulada Viejas historias y cuentos completos. Una decena de sus novelas ha sido adaptada al cine o a la televisión. Su personaje de Azarías en Los santos inocentes (interpretado en la versión cinematográfica de Mario Camus por el actor Paco Rabal) es uno de los iconos culturales españoles de la segunda mitad del siglo XX.

Lee el texto completo en: http://www.elpais.com/articulo/cultura/Muere/Miguel/Delibes/alma/castellano/elpepucul/20100312elpepucul_2/Tes


jueves, 18 de febrero de 2010

Serra e seu colonialismo linguístico

Serra e seu colonialismo linguístico

Odair Rodrigues*

A lei federal 11.161/2005 prevê que a língua espanhola seja oferecida como parte do currículo do ensino médio a partir de 2011. A entrada do espanhol nas escolas brasileiras tem motivos culturais, históricos, geopolíticos e econômicos, uma vez que a maioria dos países da américa, particularmente os do mercosul, são de origem hispânica ou possuem um número considerável de hispânicos em seu território, caso dos EUA.

Segundo reportagem da Revista da Educação http://revistaeducacao.uol.com.br/textos.asp?codigo=12782 Rio Grande do Norte, Paraíba, Rio Grande do Sul, Paraná e Pernambuco, entre outros, já têm programa que visam preparar suas respectivas redes de ensino para a inclusão da língua espanhola na estrutura curricular.
O Estado do Paraná ainda oferece alemão, francês, italiano, japonês, ucraniano nos Centros de Língua Estrangeira Modernas - CELEM, de acordo com o interesse das comunidades. Há uma política de ampliação de ampliação dos CELEMs para permitir o acesso da comunidade ao ensino de língua estrangeira.

O governador José Serra, possível candidato à presidência da República pela aliança demo-tucana, é contra o pluralismo linguístico e prefere privilegiar, na rede estadual de ensino, apenas a língua inglesa. O decreto nº 54.758/09, publicado no Diário Oficial do Estado de 11 de setembro de 2009, afirma que que as línguas estrangeiras podem ser cursadas nos Centros de Estudos de Línguas, que também funcionam nas escolas públicas do Estado, porém não há acesso à comunidade, além de possuir apenas 77 escolas que disponibilizam o serviço para São Paulo.

Gustavo Leme Cezário Garcia presidente da Associação de Professores de Espanhol do Estado de São Paulo (APEESP), em artigo um artigo de novembro de 2009, afirma que “Agora, que a obrigatoriedade da oferta escolar da língua é iminente, José Serra apresenta um decreto que, ao invés de apontar para a qualidade na educação, aponta para sua precarização, através da terceirização das aulas e dos professores.”


Nem colonialismo, nem xenofobia


Serra opta claramente por uma política de colonialismo linguístico ao decidir que apenas a língua inglesa faça parte do currículo escolar do Estado paulista. O inglês deve continuar sendo ofertado, mas não com a exclusividade imposta pela política do “yes, my master” que o demo-tucanato e a ex-grande imprensa quer para o país. O edital do recente concurso para cerca de 10.000 professores da rede estadual paulista não prevê vagas para professores de espanhol, francês, japonês, etc, há vagas apenas a língua inglesa.

O pluralismo linguístico no ensino público é estratégico para qualquer país que deseja relações multilaterais no quadro internacional, sem depender de uma única fonte econômica, política e cultural para mediar suas relações.
A capacidade de compreender outros contextos culturais nos auxiliará a ver, por exemplo, como os frias, mesquitas, marinhos civitas e seus repetidores tratam preconceituosamente os povos de origem hispânica em suas mercadorias jornalísticas.
Além disso, com uma política que incentive o ensino diversificado de línguas estrangeiras na rede pública de educação, o povo brasileiro terá apossibilidade um contato maior com as realidades de outros povos, sem a mediação distorcida de uma elite anglocolonizada.

Espanhol, uma língua estratégica
A língua espanhola assume para nós brasileiros uma importância fundamental, ao contrário do divulgado pelos meios de comunicação privados que ou ridicularizam, ou a colocam como coisa de subdesenvovido.
Divergindo da elite “mieame-vice” da corte demo-tucana, estão os próprios estadunidenses : nenhum candidato à presidência dos EUA deixa de fazer campanha nas comunidades hispânicas e montam assessorias, falantes de espanhol, para conquistar um grande número eleitores. Isso não elimina o racismo da elite estadunidense, mas de qualquer forma há o reconhecimento da diversidade linguística em seu país e usam esse fator na política externa.

Para o Brasil, além da vantagem política e econômica, a língua espanhola será porta de acesso para outras muitas línguas faladas na américa hispânica, para as experiências sociais e históricas de nossos vizinhos, para a ciência e sabedoria desses povos.

A página da Associação de Professores de Espanhol do Estado de São Paulo - APEESP -http://www.apeesp.com.br/ - tem mais detalhes sobre o menosprezo do governo paulista em relação à lei que prevê a língua espanhola no currículo do ensino médio.

Esse menosprezopelo pelo ensino plural de línguas estrangeiras já sugere qual será a postura diplomática que Serra vai assumir caso seja presidente do Brasil; descalço e de joelhos, como fez a diplomacia festiva de FHC diante das gestões de Clinton e Bush Junior.

Por fim, o que é pouco falado, a ampliação do ensino de línguas estrangeiras na educação pública possibilita uma divulgação maior da língua portuguesa no exterior, como já vem acontecendo nos países do mercosul, afirmando assim uma política de mútuo respeito e soberania linguística, objetivo muito distante do que acena a administração demo-tucana de São Paulo.

*É professor de língua e literatura no Estado do Paraná, web cronista, poeta, e militante da Unegro e do PCdoB. Autor do blog Ruminemos: http://ruminemos.blogspot.com


sábado, 13 de febrero de 2010

jueves, 11 de febrero de 2010

Conferencia de Carlos Fuentes sobre el "Futuro de la educación superior"

Hoy, el jueves (11/02/10), en la Universidad Iberoamericana de México habrá una conferencia magistral que será dada por el escritor Carlos Fuentes y que lleva el título "El futuro de la educación superior". Se transmitirá en vivo la conferencia. El horario está previsto para las 11 de la mañana (hora de México) que corresponde en Brasil a las 3 de la tarde para los que están ahora con el horario de verano o a las 2 de la tarde para los que no están con el horario de verano.

Informaciones sobre la transmisión: http://www.uia.mx/web/html/actividades/fuentes.html








jueves, 4 de febrero de 2010

Material na Folha Dirigida (RJ) sobre o espanhol nas escolas

Confiram a matéria publicada pelo jornal de concursos Folha Dirigida (RJ) sobre a implantação do espanhol nas escolas públicas brasileiras, que contou com a importante contribuição de nossa colega Luciana Almeida, presidente da APEERJ!

lunes, 1 de febrero de 2010

Tomás Eloy Martínez

Tomás Eloy Martínez

Una pluma al servicio de la historia

Extraordinario escritor y periodista, uno de los más grandes de su generación, murió ayer, a los 75 años, en Buenos Aires; tenía cáncer; su mayor obra, Santa Evita, fue traducida a más de 30 idiomas
http://www.lanacion.com.ar/nota.asp?nota_id=1228316&pid=8222820&toi=6476

Implementação da língua espanhola no estado de Minas Gerais

A Secretaria de Estado de Educaçao de Minas Gerais publicou uma orientação DEMP/SEM/SB Nº 01/2009 sobre como será a implantação do espanhol no Ensino Médio para 2010 que prevê a implementação da língua espanhola “para os alunos com matrícula inicial médio em 2010”.

Confira a referida Orientação no Blog “Plataforma permanente para o acompanhamento da implantação do espanhol no sistema educativo brasileiro”:
http://espanholdobrasil.wordpress.com/2009/12/21/orientacao-da-secretaria-de-estado-de-educacao-de-minas-gerais/

sábado, 30 de enero de 2010

Se multiplicó en Brasil el interés por el español

Informe anual del Instituto Cervantes

Se multiplicó en Brasil el interés por el español

La cantidad de estudiantes creció cinco veces en tres años y se necesitan más profesores

MADRID (EFE).- La enseñanza del español en Brasil atraviesa "el mejor momento de su historia". Frente al millón de estudiantes de esta lengua que había en 2006, hay ya cinco millones y lo probable es que se siga "avanzando a esa velocidad", aunque aún faltan unos 12.000 profesores para lograrlo.

Los datos correspondientes a Brasil son sin duda los más llamativos del Anuario del Instituto Cervantes 2009 "El español en el mundo", que fue presentado ayer por la directora de la institución, Carmen Caffarel, y por su director académico, Francisco Moreno.

El anuario comenzó a editarse en 1998 para impulsar las investigaciones sobre el español y su papel como lengua de comunicación internacional, y en esta nueva entrega se ofrecen también cifras sobre Rusia, donde hay al menos 20.000 estudiantes de esta lengua, y del Africa subsahariana, que cuenta con más de medio millón de personas que lo aprenden.

Los datos de 2009 dan "muchas alegrías" sobre Brasil, dijo Caffarel. Tras la aprobación en 2005 de la ley que obliga a ofrecer la asignatura de español en los centros públicos de enseñanza media de ese país, varias estadísticas cifran en 2.400.000 los alumnos que estudian esta lengua en ese nivel educativo y estiman que, en la enseñanza primaria, esa cantidad puede ser superior, aunque no se dispone de datos exactos.

Esas cifras del gran país americano "irán creciendo, según todas las previsiones", dijo la directora del Cervantes, institución que cuenta con 74 centros en 44 países.

Si tras la aprobación de la mencionada ley se dijo que hacían falta en Brasil unos 200.000 profesores de esta lengua, la realidad se ha encargado de demostrar que esa cifra era exagerada porque, según el Anuario 2009, serían necesarios "unos 11.000 o 12.000" docentes, que se sumarían a los 7000 actuales.

"Esa cantidad de profesores la puede afrontar el Ministerio de Educación brasileño", destacó Francisco Moreno, si bien los autores del estudio, Pedro Benítez y Alvaro Martínez-Cachero, señalan que las condiciones salariales y las dificultades presupuestarias "pueden ensombrecer" la incorporación de ese profesorado.

También en Rusia

En Rusia, apenas hay estadísticas oficiales, pero el anuario estima que hay "al menos 20.000 estudiantes de español pertenecientes a los distintos niveles educativos".

La fuerza de España como destino turístico y "su atracción como potencia cultural" influyeron en que el número haya aumentado en los últimos años, pero sobre todo el hecho de que en la enseñanza secundaria sea obligatoria la oferta del inglés, alemán, francés y español influye en que esas perspectivas sean halagüeñas.

"Creo que puede ocurrir algo similar a lo de Brasil", añadió Caffarel, para quien también es importante que el español ocupe ya el cuarto puesto como lengua extranjera, "en dura competencia" con el italiano y el chino, mientras que el francés y el alemán "retroceden en sus posiciones".

La expansión del español puede recibir un fuerte impulso en Filipinas, ya que también se va a promulgar una ley similar a la de Brasil, indicó la directora.

En Africa, los altos índices de emigración y las oportunidades laborales que da conocer otro idioma están detrás del interés por aprender español, dice el informe.


Publicado en La Nación de 28 jan. 2010.

Disponível em: <http://www.lanacion.com.ar/nota.asp?nota_id=1226600&origen=NLCult>

miércoles, 27 de enero de 2010

A importância do ensino da língua espanhola para nossos jovens

A importância do ensino da língua espanhola para nossos jovens
Maria Izabel Azevedo Noronha
(Presidenta da APEOESPMembro do Conselho Nacional de Educação)

Lamentável a decisão do Governo do Estado de São Paulo de não oferecer neste primeiro semestre a língua espanhola como disciplina obrigatória no ensino médio nas escolas estaduais, como prevê a lei 11.161/05, a qual estabelece que, em 2010, a língua espanhola deve ser de oferta obrigatória no ensino médio em todo o país. Na verdade, o governo estadual não tomou nenhuma medida nos cinco anos de vigência da lei.Tal decisão ignora por completo a importância da língua espanhola no atual contexto do Brasil no cenário latino americano e mundial. Hoje, o oferecimento da língua espanhola na formação de nossos jovens vai muito além do seu eventual desejo de dominar esta língua, mas é um instrumento que poderá permitir a abertura de novas perspectivas profissionais para milhares de estudantes da rede estadual de ensino.Apenas para citar alguns exemplos, é preciso lembrar que o Brasil retomou e intensificou relações com dezenas de países de língua da espanhola na América Latina; que o MERCOSUL se consolidou e vem se ampliando; que teremos, nos próximos anos, no Brasil, dois eventos de grande magnitude: a Copa do Mundo de Futebol, em 2014, e as Olimpíadas, em 2016. A demanda, portanto, por tradutores/intérpretes de língua espanhola tende a se ampliar, e muito.Além destes exemplos, há que se perceber que está ocorrendo uma profunda alteração na inserção brasileira no contexto internacional, o que torna o ensino da língua espanhola nas escolas públicas não um elemento isolado, mas parte integrante de um projeto de nação. Se, antes, apenas um bloco de nações ricas (o chamado G 8) determinava os rumos da política e da economia em todo o planeta, o Brasil teve um papel preponderante na criação de um novo bloco de nações, o G 20, que tem grande influência nas decisões mundiais (sobretudo após a eclosão da crise financeira internacional) e deve crescer ainda mais no próximo período.O governo de São Paulo comete grave erro ao adiar a implementação da lei 11.161/05. Mais uma vez, “empurra com a barriga” uma decisão importante e não se coloca à altura da responsabilidade de comandar o maior estado da federação, que deveria dar o exemplo em questão como esta. Não procede a alegação de que não há professores em número suficiente. É preciso abrir a demanda para que os professores se apresentem e para que se possam formar novos professores, de forma a suprir as necessidades da rede estadual.O que ocorre é que o Governo do Estado de São Paulo adota neste caso a mesma postura que teve em relação a outras leis federais, como no caso do ensino fundamental de nove anos. Adotado pelo governo federal como um grande avanço em termos educacionais e de inclusão social, pois permite a inserção antecipada no sistema escolar de milhões de crianças que não têm acesso ao ensino infantil, o ensino fundamental de nove anos foi negligenciado pelo governo paulista e implementado apenas no seu prazo limite. Isto representou um atraso para as crianças paulistas e um desrespeito a um direito assegurado em lei.A política curricular da Secretaria de Estado da Educação, como já denunciamos em muitas oportunidades, está muito longe de atender às necessidades e interesses de nossas crianças e jovens. No momento em que uma medida federal altera o currículo do ensino médio, oferece uma nova perspectiva para estes jovens, o governo de São Paulo cria obstáculos para que isto se torne realidade. Com que direito o faz? Com que objetivo?Na realidade, a língua espanhola, na prática, já é uma língua internacional. Somente a miopia de um governo preocupado com constantes disputas político-eleitorais não lhe permite ver esta realidade.A APEOESP (Sindicato dos Professores do Ensino Oficial de São Paulo) luta pela imediata implementação do ensino de língua espanhola na rede estadual de ensino de São Paulo e vai trabalhar para articular todos os setores para exigir o cumprimento deste direito social, reivindicando e forçando o cumprimento da lei 11.161/05, já!

sábado, 23 de enero de 2010

Estados estão despreparados para oferecer espanhol na rede pública

Falta de professor é um dos motivos; lei determina que idioma esteja disponível no ensino médio a partir de agosto

Simone Iwasso e Mariana Mandelli

A inclusão do espanhol no currículo dos estudantes do ensino médio, obrigatória a partir deste ano, não estará implementada até o início das aulas na maior parte dos Estados brasileiros. As dificuldades para a oferta do idioma na rede pública estão na falta de planejamento, de professores e de material didático, além de divergências na interpretação da lei.

De acordo com a Lei 11.161, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em agosto de 2005, as escolas são obrigadas a oferecer espanhol no ensino médio, no horário regular de aula. A matrícula do estudante será facultativa, ele escolhe se quer ou não fazer. A lei deu cinco anos para que a medida entrasse em vigor - prazo que acaba em agosto.

De 25 Estados procurados pela reportagem, apenas 8 disseram estar com a infraestrutura pronta para oferecer espanhol - Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Minas, Rio, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, além do Distrito Federal.

No entanto, apenas o Rio terá aulas para todo o ensino médio. Os outros terão só em um dos anos, numa proposta semelhante à de São Paulo, que começará com as aulas em agosto. Todos os outros Estados, incluindo as Regiões Norte e Nordeste, afirmaram que ainda estão se organizando e, para isso, esbarram na falta de professores.

Muitos deles, como Rio Grande do Norte e Pernambuco, abriram concurso, mas não sabem se terão candidatos. No Tocantins, um concurso aberto no ano passado não conseguiu preencher as 11 vagas - não há licenciatura em espanhol no Estado. No Maranhão e Ceará, os estudantes terão de optar entre inglês ou espanhol.

Na Paraíba, os concursos ainda nem foram marcados. "A primeira turma do curso de licenciatura em espanhol do Estado, com dez alunos, forma-se agora", justifica a coordenadora estadual do ensino médio, Terezinha Fernandes. "Vamos tentar o máximo possível, mas temos poucos profissionais."

Sergipe enfrenta a mesma situação. "A maior dificuldade é a contratação de professores", diz Isabel Silva, diretora do departamento de educação da secretaria estadual. Até o fim de 2009, apenas 3 das 152 escolas da rede ofereciam espanhol.

Há no País 12,7 mil professores do idioma, segundo dados do Inep, do Ministério da Educação, para cerca de 8 milhões de alunos que cursam o ensino médio.

A presidente do Conselho Nacional dos Secretários da Educação, Yvelise de Souza Arco-Verde, do Paraná, afirma que o ensino de idiomas é um problema histórico e que, neste caso, as redes deixaram para a última hora. "Há dificuldade para formar professor, para ter material didático. É todo um ensino que precisa ser debatido."

O próprio Conselho Nacional de Educação não deliberou sobre o tema. "A lei não normatiza sobre a oferta para cada um dos anos do ensino médio. Os conselhos estaduais devem decidir sobre isso", diz Cesar Callegari, da Câmara de Educação Básica.

Un atlas lingüístico oral del castellano ya está disponible en Internet

Wikilengua, el sitio colaborativo de la lengua castellana puso en marcha este miércoles un atlas lingüístico oral para recoger las variedades del español en el mundo. Los usuarios pueden cargar archivos de audio que reflejen el acento y los modismos particulares de cada región.

Wikilengua, el sitio colaborativo de la lengua castellana puso en marcha este miércoles un atlas lingüístico oral para recoger las variedades del español en el mundo. Los usuarios pueden cargar archivos de audio que reflejen el acento
En el segundo aniversario de esta web interactiva, su coordinador, Javier Bezos, aseguró a la agencia EFE que "lo más novedoso es la puesta en marcha de un atlas oral al que los hablantes de todo el mundo pueden subir grabaciones para reflejar una cierta habla".


"Se ha estado trabajando en ello durante el 2009, y de hecho ya está en marcha desde hace unos meses, pero será durante el 2010 cuando realmente se lance", explica Bezos.

El objetivo del atlas oral es permitir que todos los hispanohablantes puedan construir con sus aportaciones un registro de las diferentes hablas del castellano, geolocalizadas en un mapa que usa la tecnología de Google Maps, al que se pueden ir añadiendo nuevas grabaciones de sonido.
Existen, además, otros cambios que se han desarrollado en la Wikilengua, como la edición y creación de artículos por usuarios anónimos, "para que sea un sitio realmente abierto y de la web 2.0". "Son muchos los usuarios -asegura Bezos- a los que les gusta el anonimato, que han participado por esa vía, a menudo con aportaciones muy valiosas".

Dos años después de su presentación, la Wikilengua del español ha superado los 11,3 millones de páginas visitadas por un público procedente de una lista de 180 países encabezada por España, México y Colombia, según los datos de Google Analytics.

Gracias a las colaboraciones de los usuarios, de los que hay 8.672 registrados hasta la fecha, la Wikilengua del español cuenta con más de 30.000 páginas y solo en el 2009 recibió 2.415.807 visitas.

Pero los avances en la Wikilengua no se circunscriben únicamente al desarrollo de su infraestructura y contenido, sino que durante el año 2009 "red.es", conscientes de la importancia de proyectos como este para acercar el mundo digital a la sociedad española, renovó su patrocinio de este sitio web que ya asumió en su lanzamiento.

Este sitio de internet, por su "carácter abierto y participativo", se consolida también como un instrumento pedagógico de enorme proyección pues es, en sí mismo, un recurso didáctico, ya que estudiantes y profesores participan en su construcción.

Disponible en:
<http://www.revistaenie.clarin.com/notas/2010/01/14/_-02119935.htm>.

martes, 12 de enero de 2010

Lula deve aprovar criação de universidade federal da América Latina nesta terça-feira

Lula deve aprovar criação de universidade federal da América Latina nesta terça-feira

Instituição terá cota de 50% das vagas para estudantes latino-americanos

Lais Lis, do R7 em Brasília

A universidade brasileira que terá 50% das vagas reservadas para alunos de outros países da América Latina vai sair do papel. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva deve sancionar nesta terça-feira (12) a lei que cria a Unila (Universidade Federal da Integração Latino-Americana).

A nova universidade será instalada na região da tríplice fronteira, em Foz do Iguaçu (PR). Ela atenderá 10 mil alunos em cinco anos, sendo 50% brasileiros e 50% estudantes de outros países latino-americanos.

O corpo docente da instituição seguirá a mesma regra de cota dos alunos. Metade será composta por professores brasileiros e a outra metade por especialistas latino-americanos.

A instituição, que deve iniciar os trabalhos já no segundo semestre de 2010, também trará como proposta inovadora aulas bilíngues.

No primeiro semestre serão disponibilizadas mil vagas em pelo menos 17 cursos. Segundo o professor Hélgio Trindade, futuro reitor da Unila, os cursos que serão oferecidos estão diretamente relacionados a áreas importantes para a relação entre os países latino-americanos, além de serem graduações que não são oferecidas em outras universidades brasileiras. Um exemplo é a carreira de engenharia das energias renováveis e a graduação em sociedade, Estado e política na América Latina.

A Unila nasceu da ideia de formar uma universidade única para o Mercosul. Essa instituição seria financiada e administrada conjuntamente pelos países do bloco, como a Universidade Andina Simón Bolívar, criada pelos países andinos e administrada conjuntamente pelo Equador, Venezuela, Peru, Colômbia e Bolívia. A proposta, porém, foi rejeitada por alguns países do bloco.
Depois de desprezada a proposta de uma universidade única para o Mercosul, o Brasil anunciou a intenção de criar uma universidade com foco na América Latina e com vagas exclusivas para estrangeiros.

A Unila, como todas as outras instituições federais de ensino superior, receberá verba do MEC (Ministério da Educação). A proposta orçamentária para 2010 é de quase R$ 23 milhões.

Após a aprovação da lei que cria a universidade, o senador Aloizio Mercadante (PT-SP), líder do partido no Senado, destacou a importância do projeto em plenário.

- Este é um grande projeto que mudará a história da América Latina. A iniciativa contribuirá para o pensamento a respeito da integração regional.

Enem

A seleção dos primeiros alunos, que iniciarão as aulas no segundo semestre de 2010, acontecerá de duas maneiras.

Os brasileiros serão selecionados pelas notas do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) e os estrangeiros só irão ingressar na Unila após uma prova única preparada pelo governo brasileiro, que será aplicada em todos os países da América Latina.

O exame latino-americano deve ser elaborado pelo Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira), mesmo instituto responsável pela preparação do Enem. Trindade fez uma ressalva:

- Teremos que ter cotas de participação, para garantir a presença de todos os países. Não podemos, por exemplo, que estudantes argentinos e mexicanos fiquem com todas as vagas e que outro país fique de fora.

Para o futuro reitor da universidade, a criação de uma instituição de ensino latino-americana será essencial para as relações entre os países:

- Você vai criando laços pessoais, intelectuais e uma integração mais profunda. Não basta a integração só comercial, tem que haver a ideia de uma integração por meio do conhecimento.

Pelos próximos dois anos, a universidade funcionará em uma sede provisória no Parque Tecnológico de Itaipu. Entretanto, a Unila já tem terreno e um planejamento arquitetônico para o campus. Um projeto do arquiteto Oscar Niemeyer será construído em Foz do Iguaçu (PR), em um terreno doado pela Itaipu Binacional.

Publicado em
11 jan. 2010. Disponível em: <http://noticias.r7.com/vestibular-e-concursos/noticias/lula-deve-aprovar-criacao-de-universidade-federal-da-america-latina-nesta-terca-feira-20100111.html>

viernes, 8 de enero de 2010

Acordo que reconhece diplomas de professores de espanhol e de português nos países do Mercosul

Você sabia que desde outubro de 2009 foi aprovado um acordo que reconhece diplomas de professores de espanhol e de português nos países do Mercosul?
Leia a matéria abaixo, publicada na Agência de Notícias do Senado em 28/10/2009.

Aprovado acordo que reconhece diplomas de professores de espanhol e de português nos países do Mercosul

A Representação Brasileira no Parlamento do Mercosul aprovou nesta quarta-feira (28) um acordo firmado pelos governos dos países do bloco regional que autoriza a validação dos diplomas para a professores de português e de espanhol nos países do Mercosul.
Com isso, professores brasileiros de português poderão se candidatar a dar aula nos países vizinhos, assim como professores argentinos, uruguaios e paraguaios poderão disputar vagas para professor de espanhol nas escolas brasileiras. No Brasil, a Lei nº
11.161/05 determina que as escolas de ensino médio serão obrigadas a oferecer aulas de espanhol a partir de 2010 - para os alunos, a matéria será optativa.
O acordo sobre a validação dos diplomas, assinado em junho de 2005, ainda será votado pelas Comissões de Relações Exteriores e Defesa Nacional (CRE) e de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), seguindo depois para o exame dos Plenários do Senado e da Câmara. Para que seja cumprido, o acordo também deve ser aprovado pelos parlamentos dos outros países-membros do Mercosul.
A aprovação foi saudada pela senadora Marisa Serrano (PSDB-MS), que integra o Parlamento do Mercosul. Para ela, a medida "é fundamental para a verdadeira integração dos povos destes países vizinhos". Ela lembrou que o Brasil precisará "de muitos professores de espanhol" no ensino médio a partir de 2010, lembrando que também há grande procura por professores de português nos outros países latinos.
Na mesma reunião, presidida pelo deputado federal José Paulo Tóffano (PV-SP), os parlamentares aprovaram acordo assinado pelo Brasil e pelo Uruguai para que sejam criadas escolas técnicas em cidades fronteiriças, que oferecerão vagas tanto para alunos uruguaios quanto brasileiros. Elas irão ministrar cursos técnicos nas áreas agropecuária e industrial, sendo que metade das vagas caberá a brasileiros e a outra metade a uruguaios. Os diplomas expedidos por estas escolas terão validade curricular e trabalhista nos dois países.
Pelo acordo, as escolas serão mantidas pelos governos de cada país, de forma independente do país vizinho. Para se candidatar a uma vaga, o aluno deve comprovar que cursa ou está cursando o ensino médio. O acordo ainda deve ser aprovado pelas Comissões de Relações Exteriores e de Constituição e Justiça antes de ser levado aos Plenários do Senado e da Câmara.
A Representação Brasileira no Parlamento do Mercosul também aprovou nesta quarta-feira o Acordo de Alcance Parcial Agropecuário nº 3 firmado pelo Brasil, Argentina, Uruguai, Chile, Paraguai e Bolívia. O acordo institucionaliza o Conselho Agropecuário do Sul, mecanismo de diálogo, consulta e harmonização de ações entre os Ministérios da Agricultura dos seis países. O conselho será formado pelos ministros de Agricultura, ou equivalente, destes países e se reunirá uma vez por ano, ou convocado extraordinariamente por solicitação de qualquer um dos governos.

Eli Teixeira / Agência Senado
(Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Disponível em:
http://www.senado.gov.br/Agencia/vernoticia.aspx?codNoticia=96844&codAplicativo=2